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Verstappen compromete-se com a Red Bull

A Red Bull e Max Verstappen vão continuar a sua parceria no futuro próximo, isto depois de o neerlandês ter assinado um novo contrato até ao final da época de 2028.

Verstappen entra em 2022 depois de conquistar o título do Mundial de Pilotos de Fórmula 1 de forma controversa, ao vencer a derradeira corrida, o Grande Prémio de Abu Dhabi, com uma ultrapassagem a Lewis Hamilton na última curva.

Esse é o primeiro título do neerlandês, considerado como um dos melhores pilotos da modalidade. Este ano ele vai certamente lutar pelo seu segundo triunfo, numa temporada onde todos terão a acrescida dificuldade de competir sob as directrizes de regulamentos com profundas mudanças.

Verstappen tem 11/4 de odds para vencer o Mundial de Pilotos em 2022 e Hamilton tem 11/8 para ser ele o campeão.

Um casamento feliz

Verstappen faz parte do grupo Red Bull desde que chegou à F1 em 2015, na altura um jovem precoce de 17 anos que se iniciou na modalidade na equipa 'satélite' Toro Rosso.

Percebeu-se de imediato que Max era um piloto de excepção, com um estilo de condução agressivo e sem 'papas na língua', o que lhe trouxe muitos fãs.

No ano seguinte foi promovido à equipa principal da Red Bull e ele estreou-se a vencer no Grande Prémio de Espanha em 2016. O piloto, agora com 24 anos, teve que ser muito paciente face ao domínio da modalidade pela Mercedes, mas em 2021 conseguiu finalmente conquistar o título.

Agora, Verstappen afirma estar na equipa que adora e pretende continuar a lutar para manter o título.

"Eu adoro esta equipa e o ano passado foi incrível", disse o neerlandês.

"O nosso objectivo desde que nos juntamos em 2016 foi sempre vencer o campeonato e conseguimos alcançá-lo. Agora é uma questão de manter o número no carro por muito tempo".

Inquestionável é também a admiração da Red Bull no seu principal piloto, o que é notório quando se olha para os números do novo contrato. Não só o acordo se prolonga para além do 30º aniversário de Verstappen, como o seu salário será de 40 a 50 milhões de euros por ano, um dos contratos mais lucrativos de sempre da F1.

Pensamento a longo prazo na F1

O novo acordo de Verstappen está alinhado com as ideias de outras equipas que estão a tentar 'amarrar' as suas estrelas com longos contratos, com o objectivo de os manter por mais tempo possível.

Há umas semanas, Lando Norris assinou um novo contrato com a McLaren até ao final de 2025 com Charles Leclerc da Ferrari a ter um contrato que termina nessa mesma data. Hamilton, apesar de nunca ter assinado contratos assim tão longos, está na Mercedes desde 2013.

Com os novos regulamentos a mudarem os carros e a forma como se comportam em pista, as equipas querem, mais que nunca, manter os seus pilotos mais experientes e talentosos.

Testes de pré-época apontam a uma maior competitividade

Apesar de se esperar que a Red Bull e a Mercedes continuem na frente da grelha, Verstappen e Hamilton poderão ter um pouca mais de concorrência este ano.

A maior mudança está na aerodinâmica, com os 'ground effects' a serem reintroduzidos pela primeira vez desde os anos 80 – algo que, em teoria, vai reduzir a turbulência no ar entre carros, o que deve permitir corridas mais equilibradas.

Os dois construtores do topo da tabela parecem ter-se adaptado bem, mas o mesmo parece ter acontecido com os gigantes adormecidos, McLaren e Ferrari, que podem juntar-se à luta pelo título, isto olhando para os testes de pré-época.

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