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Serginho (Brasil)
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Uma seleção brasileira de jogadores que nunca foram a uma Copa do Mundo

O Brasil teve tantos grandes futebolistas que não surpreende que jogadores de enorme talento nunca tenham disputado uma Copa do Mundo pela seleção.

Por questões físicas, disciplinares ou técnicas, alguns grandes jogadores brasileiros nunca disputaram um Mundial de seleções da FIFA.

Imaginamos aqui um onze ideal de tais atletas.

A nossa seleção

Escalamos o nosso time em 4-3-3, com um volante e dois meias.

goleiro: Roberto Costa

Revelado pelo Santos em 1976, Roberto foi campeão estadual pelo Athletico-PR em 1982 e 1983, e neste último ano venceu a Bola de Ouro da Placar como o melhor jogador do Campeonato Brasileiro. No ano seguinte, já pelo Vasco, conquistou novamente o prêmio. Fez apenas um jogo pelo Brasil, ainda em 1984.

lateral-direito: Zé Maria

Tendo sido revelado pela Portuguesa em 1991, Zé Maria conquistou a Bola de Prata como o melhor lateral-direito do Campeonato Brasileiro de 1995. Fez sucesso no futebol italiano, principalmente no Perugia a partir do ano 2000. Com a seleção brasileira, venceu a Copa América e a Copa das Confederações de 1997.

zagueiros: Antônio Carlos Zago e Roberto Dias

Antônio Carlos começou a carreira como atacante, no Ubiratan, do Mato Grosso do Sul, em 1986. Foi campeão pelos quatro grandes de São Paulo, e pelo Palmeiras conquistou a Bola de Prata em 1993. Apesar disso, tende a ser mais lembrado pelos seus anos na Roma, entre 1998 e 2002. Com a seleção brasileira, conquistou a Copa América de 1999.

Revelado pelo São Paulo em 1960, Roberto Dias jogou pelo Tricolor do Morumbi até 1973. Nesses anos tornou-se um dos maiores zagueiros da história do clube, pelo qual conquistou os Campeonatos Paulistas de 1970 e 1971. Com a seleção brasileira olímpica esteve em Roma 1960, e com a principal por pouco não foi ao Mundial de 1966.

lateral-esquerdo: Serginho

Após estrear entre os profissionais do modesto Itaperuna, do Rio de Janeiro, em 1992, Serginho jogou por Bahia, Flamengo e Cruzeiro antes de se destacar no São Paulo, de 1996 a 1999. Nesse mesmo ano foi para o Milan, onde conquistou diversos títulos até se aposentar, em 2008. Com a seleção, foi campeão da Copa América de 1999.

meio-campistas: Flávio Conceição, Marcelinho Carioca e Djalminha

Flávio Conceição teve sua primeira oportunidade como profissional no Rio Branco, de São Paulo, em 1992. Foi campeão nacional pelo Palmeiras (duas vezes) e pelos espanhóis do Deportivo de la Coruña (uma vez) e Real Madrid (duas vezes). Com a seleção, venceu a Copa América em 1997 e em 1999 e a Copa das Confederações em 1997.

Revelado pelo Flamengo em 1988, Marcelinho adotou o gentílico carioca quando se transferiu para o Corinthians, em 1994. Conquistou quase tudo pelo Timão, e ao longo da carreira foi premiado com três Bolas de Prata (a terceira quando atuava pelo Vasco) e uma de Ouro. Surpreende que tenha disputado apenas três partidas pela seleção brasileira.

Djalminha foi revelado pelo Flamengo em 1989. Em 1993 foi para o Guarani, e nesse mesmo ano conquistou a Bola de Prata. Em 1996, já no Palmeiras, conquistou tanto a Bola de Prata quanto a de Ouro. No ano seguinte foi para o Deportivo de La Coruña, onde se tornou uma lenda. Pelo Brasil, venceu a Copa América de 1997.

atacantes: Evaristo de Macedo, Friedenreich e Canhoteiro

Evaristo começou no Madureira, do Rio de Janeiro, em 1950. Tornou-se ídolo no Flamengo, mas hoje é mais lembrado por ter sido um dos poucos a se destacar tanto no Barcelona quanto no Real Madrid. Esteve com o Brasil vice-campeão sul-americano em 1957, e teria estado na Copa do Mundo do ano seguinte se tivesse sido liberado pelo Barcelona.

Nascido em 1892, Arthur Friedenreich foi o grande nome da era amadora do futebol brasileiro. Começou no Germânia, de São Paulo, em 1909, e se destacou sobretudo no Paulistano e no São Paulo. Não pôde ir à primeira Copa do Mundo da história, em 1930, porque então apenas jogadores de clubes do estado do Rio de Janeiro foram convocados.

O maranhense José Ribamar de Oliveira, o Canhoteiro, foi revelado pelo América de Fortaleza em 1949. Em 1954 foi para o São Paulo, onde se aposentou, em 1963, como um de seus grandes ídolos. Era titular da seleção brasileira que viria a conquistar o Mundial de 1958, mas foi cortado pouco antes da competição por seu estilo de vida boêmio.

Outros nomes

Eis outros jogadores que poderiam ter entrado no nosso onze ideal: os goleiros Helton e Fábio, os zagueiros Válber, Adilson Batista e Cléber, os meio-campistas Dirceu Lopes, Neto, Amaral e Alex e os atacantes Feitiço, Heleno de Freitas, Quarentinha e Evair.

Os nomes aqui citados justificam o estatuto do Brasil como “o país do futebol”. Quase todos eles provavelmente teriam ido a pelo menos uma Copa do Mundo se, como alguns de seus conterrâneos, tivessem se naturalizado para defender outra seleção.

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