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Takumi Minamino (Monaco)
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Seguirá o Monaco na luta pelo título francês?

Sob o comando de um austríaco, os monegascos voltam a se posicionar entre as mais fortes equipes da Ligue 1.

Vindo de um péssimo Campeonato Francês, o Monaco chegou a 2023–24 de técnico novo e disposto a recuperar pelo menos parte da credibilidade perdida. Será isso o bastante para lutar pelo título?

Entendendo o contexto

Tanto em 2020–21 quanto em 2021–22 o Monaco terminou em terceiro lugar na Ligue 1 (posição que naqueles anos levava à terceira fase da Liga dos Campeões da UEFA). Fazia sentido esperar que em 2022–23 os rouges et blancs terminassem novamente no pódio.

A equipe treinada pelo belga Philippe Clement venceu apenas uma vez nas cinco primeiras rodadas. Entre o fim do primeiro turno e o início do segundo foram nove partidas de invencibilidade, mas nas últimas sete rodadas foram nada menos que cinco derrotas.

Coube aos monegascos terminar em sexto, fora até mesmo da zona de classificação à Liga Conferência. Assim que terminou a temporada anunciou-se a demissão de Clement. Em julho veio o austríaco Adi Hütter (cuja última equipe fora o Borussia Mönchengladbach).

Expectativas e reforços

Em 11 de agosto, o ge publicou uma matéria sobre a Ligue 1 2023–24 (cuja partida inaugural seria realizada naquele dia). O provável G4 na opinião dos especialistas do portal evidenciava o quão baixas eram as expectativas em relação ao Monaco.

  1. Paris Saint-Germain
  2. Marselha
  3. Lens
  4. Lille

Àquela altura os alvirrubros já haviam se despedido oficialmente de Axel Disasi. O zagueiro da seleção francesa foi vendido ao Chelsea por 45 milhões de euros. E a única contratação fora a do goleiro suíço Philipp Köhn (vindo do Salzburg).

Ainda em agosto chegaram o volante/zagueiro suíço Denis Zakaria (Juventus), o lateral-direito/zagueiro marfinense Wilfried Singo (Torino) e o atacante americano Folarin Balogun (Arsenal). Pelo menos o elenco já parecia mais encorpado.

2023–24 até o momento

O calendário do Monaco em agosto e setembro em tese não foi dos mais difíceis. A princípio, os adversários mais fortes que enfrentariam naqueles primeiros meses seriam o Lens e o Marselha (respectivamente segundo e terceiro colocado da Ligue 1 anterior).

Ambos os jogos realizaram-se no principado de Mônaco e terminaram com vitória dos anfitriões: 3 x 0 sobre o Lens e 3 x 2 sobre o Marselha. Ao fim de sete rodadas, os homens de Hütter encontravam-se no topo da classificação mas com os mesmos 14 pontos do Brest.

Hoje o Monaco é o líder isolado, com 17 pontos em oito partidas (71% de aproveitamento). Ofensivamente a produtividade tem sido ótima, pois foram 21 gols pró (2,63 por jogo); mas defensivamente o desempenho preocupa, pois foram 11 contra (1,38 por jogo).

Destaques individuais

Os recém-chegados têm sido peças importantes. Köhn se firmou na baliza; Singo é presença fixa na linha de três zagueiros; Zakaria mostra-se útil tanto na zaga quanto no meio de campo; e Balogun, que começou como suplente, foi titular nas últimas três rodadas.

Vale dizer que o bom rendimento também se deve aos brasileiros que permaneceram. Pela ala direita atua Vanderson, e pela esquerda Caio Henrique. Ambos foram incluídos nas duas primeiras convocações de Fernando Diniz mas precisaram ser cortados da mais recente.

O paulista Caio, que lidera o ranking de assistências na Ligue 1 (quatro), se lesionou na derrota de 22 de setembro para o Nice (a única sofrida pelos rouges et blancs nesta temporada). E o mato-grossense Vanderson se lesionou num treinamento semana passada.

Outro inegável destaque é Takumi Minamino. O meia/atacante japonês chegou do Liverpool em junho do ano passado, mas sua primeira temporada foi decepcionante. Nesta, já mais adaptado, tem brilhado intensamente: três gols e três assistências em sete jogos.

O último atleta que destacamos é o atacante Wissam Ben Yedder. Este francês de ascendência tunisiana marcou pelo menos dezoito gols nas quatro edições anteriores da Ligue 1, e está no caminho para conseguir pelo menos isso também em 2023–24: já foram cinco em oito jogos.

É muito difícil Ben Yedder terminar no topo da artilharia porque o Paris SG ainda conta com Kylian Mbappé (revelado pelo Monaco). De qualquer modo, o capitão dos monegascos aparece em segundo lugar nas cotações do mercado «Melhor Marcador» (11,00).

O que se espera

Logo após a primeira rodada do atual Campeonato Francês, as principais cotações do mercado «Vencedor Final» punham o Monaco cotado em 19,00. Isso o deixava atrás do Paris Saint-Germain (cotado em 1,33) e do Olympique de Marseille (cotado em 9,00).

Terminada a oitava rodada, as principais cotações desse mercado são as seguintes.

equipe«Vencedor Final»
Paris SG1,20
Monaco11,00
Marselha15,00
Nice19,00

O PSG tem oscilado bastante nesta temporada, e venceu apenas metade dos jogos na Liga Francesa. Ainda assim, a vantagem dos comandados de Adi Hütter sobre os comandados do espanhol Luis Enrique é de apenas dois pontos. As cotações parecem justificadas.

Se o título não vier para os rouges et blancs, mesmo o terceiro lugar não seria terrível: isso levaria o Monaco a uma fase de grupos da Liga dos Campeões pela primeira vez desde 2018–19. Nada melhor que voltar à elite da Europa para voltar a impor respeito na França.

As cotações aqui apresentadas estão sujeitas a flutuações.


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