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Novak Djokovic
  1. Tênis

Prévia de Wimbledon 2023

O torneio de Wimbledon é o terceiro Grand Slam de cada temporada e o único cujos jogos são realizados em quadras de grama.

[Traduzido e adaptado de «Wimbledon: Start date, how to watch, latest odds & more».]

No que se refere à disputa de simples entre os homens no Aberto da Inglaterra, Novak Djokovic vem sendo dominante. O sérvio já foi campeão por sete vezes e terminou no topo em todas as últimas quatro edições.

Entre as mulheres, a imprevisibilidade tem sido a norma. Desde 2016, quando a americana Serena Williams o conquistou pela última vez, tivemos apenas campeãs inéditas. (A cazaque Elena Rybakina é a atual vencedora.)

Quando será Wimbledon 2023?

O torneio de Wimbledon é realizado no verão europeu, e assim será também neste ano: sua data de início é 3 de julho (uma segunda-feira).

Por duas semanas será realizado este que é o principal evento de tênis do Reino Unido. A final masculina será no domingo 16 de julho, 24 horas após a final feminina.

Onde se localiza Wimbledon?

Amplamente considerado o mais prestigiado dos quatro Grand Slams, o torneio de Wimbledon (Wimbledon Championships) ocorre no All England Club no distrito homônimo localizado em Londres.

É lá que esse torneio se realiza desde 1877, em quadras de grama abertas. Um teto retrátil foi instalado na quadra central a tempo para a edição de 2012 (mesmo ano das Olimpíadas de Londres), enquanto a quadra n.º 1 teve um teto adicionado antes da edição de 2019.

As muitas tradições de Wimbledon incluem um rígido código de vestimenta totalmente branca para os competidores.

Como posso acompanhar Wimbledon pela TV?

Neste ano será possível assistir aos jogos do Aberto da Inglaterra pelo sportv, pela ESPN e pelo Star+.

Quantas vezes já se realizou o torneio de Wimbledon?

Como dissemos, Wimbledon foi realizado pela primeira vez em 1877. Até aqui houve 135 edições do torneio.

Quem ganhou Wimbledon em mais ocasiões?

Roger Federer se isolou na liderança do ranking dos maiores campeões de Wimbledon de simples entre os homens ao conquistá-lo pela última vez, em 2017. Aquele foi o oitavo título do suíço na grama do All England Club, e até então ele e o americano Pete Sampras (que se aposentou em 2003) estavam empatados.

Em 2022 vimos Novak Djokovic ser campeão pela sétima vez, o que significa que agora ele está empatado com Sampras na segunda posição (se levarmos em conta apenas a Era Aberta). Como Federer se aposentou naquele mesmo ano, o sérvio certamente vê na oportunidade de alcançá-lo um fator motivacional extra para 2023.

Outro heptacampeão de Wimbledon foi William Renshaw. Não se costuma incluir este britânico na contagem dos maiores vencedores (e em praticamente qualquer outra contagem relevante) porque os seus títulos foram conquistados no século XIX, e a Era Aberta do tênis só teve início em 1968.

Martina Navratilova é a mais premiada entre as mulheres, tendo vencido o Aberto da Inglaterra por nove vezes entre 1978 e 1990. De notar ainda que a tchéquia-americana foi campeã sete vezes em duplas femininas e quatro vezes em duplas mistas, o que lhe dá um total de vinte conquistas em Wimbledon.

Nas primeiras décadas do século XX, a americana Helen Wills foi campeã por oito vezes. Considerando apenas a Era Aberta, o segundo lugar nesse ranking é dividido entre a alemã Steffi Graf e a americana Serena Williams. Ambas foram campeãs por sete vezes (assim como a britânica Dorothea Lambert Chambers, no início do século passado).

Quem são os favoritos para a conquista de Wimbledon em 2023?

Por tudo o que se disse até aqui, Djokovic é previsivelmente o favorito entre os homens. O retorno oferecido pela conquista do sérvio neste ano é de 1,72

Em segundo lugar vem o segundo colocado no ranking da ATP, o espanhol Carlos Alcaraz, cotado em 5,00; em seguida temos o russo Daniil Medvedev, cotado em 17,00.

O atual vice-campeão, o australiano Nick Kyrgios, aparece com outros dois atletas em quinto (29,00). O britânico Andy Murray é um dos dois que aparecem em décimo (41,00).

Entre as mulheres, as três mais bem cotadas são também as três primeiras no ranking da WTA: Iga Świątek, Aryna Sabalenka e Elena Rybakina.

A polonesa, a bielorrussa e a cazaque aparecem empatadas nos prognósticos, pois o retorno oferecido pelo título de qualquer uma delas é de 5,00.

Em quarto lugar vem a atual vice-campeã, a tunisiana Ons Jabeur (11,00). A francesa Caroline Garcia e a americana Jessica Pegula são duas que aparecem em nono (26,00).

Quanto a Beatriz Haddad Maia, a brasileira (que é a atual número 10 da WTA) aparece junto de outras duas tenistas em décimo segundo lugar nas cotações (29,00).

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