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Massimiliano Allegri e Alessio Dionisi
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Os treinadores da Serie A 2023–24

Entre permanências e novidades, eis o guia dos vinte técnicos que se farão presentes na primeira rodada do próximo Campeonato Italiano.

[Traduzido e adaptado de «Serie A: gli allenatori del prossimo campionato».]

Entre uma temporada e outra sempre há mudanças de comando técnico. Após a Serie A 2022–23 tivemos uma bastante notável: o atual campeão, o Napoli, viu o toscano Luciano Spalletti pedir afastamento. O escolhido para sucedê-lo foi o francês Rudi Garcia.

Trocas de comando

Dezesseis equipes mantiveram seus treinadores. Além do Napoli, as exceções são o Frosinone de Eusebio Di Francesco (no lugar de Fabio Grosso), o Lecce de Roberto D’Aversa (no lugar de Marco Baroni) e o Verona de Marco Baroni (no lugar de Marco Zaffaroni).

Diferentes nacionalidades

Dezesseis é também o número de treinadores nativos na elite italiana. Uma vez mais o Napoli está entre as quatro exceções, e as demais são a Roma do português José Mourinho, a Salernitana do português Paulo Sousa e o Torino do croata Ivan Jurić.

Os vinte treinadores

Atalanta: Gian Piero Gasperini. Graças ao 5.º lugar na Serie A passada, a dea obteve a classificação à Liga Europa 2023–24. O piemontês «Gasp» vai para a sua oitava temporada consecutiva pelos nerazzurri da Lombardia e pretende continuar surpreendendo.

Bologna: Thiago Motta. Após o 9.º lugar na Serie A anterior surgiram especulações no mercado, mas o ítalo-brasileiro decidiu permanecer à frente dos veltri. Antes desta que será a sua segunda temporada no Bologna, Thiago treinou o Genoa e o Spezia.

Cagliari: Claudio Ranieri. Após a conquista dos play-offs de acesso à Serie A, este lacial (que desde 2016 é mais lembrado por ter vencido a Premier League pelo Leicester) retorna à primeira divisão nacional de seu país buscando uma permanência tranquila.

Empoli: Paolo Zanetti. Após o 14.º lugar na Serie A, este vêneto de 40 anos (que antes comandou Südtirol, Ascoli e Venezia) tem a difícil missão de novamente garantir os azzurri da Toscana na elite da Itália. De preferência, novamente praticando bom futebol.

Fiorentina: Vincenzo Italiano. Após o 8.º lugar na Serie A e os vice-campeonatos na Coppa Italia e na Liga Conferência, o ítalo-alemão (que antes só havia treinado o Spezia na primeira divisão) optou por permanecer com os viola pela terceira temporada seguida.

Frosinone: Eusebio Di Francesco. Após o título na Serie B, os canarini viram Fabio Grosso se despedir. Anunciou-se no início de julho a vinda do abruzês Di Francesco, cuja missão é ajudar seu novo clube a assegurar uma inédita permanência na primeira divisão italiana.

Genoa: Alberto Gilardino. Após o vice-campeonato na Serie B, este ex-atacante piemontês que comanda os griffone desde dezembro (e que antes dirigiu equipes na Serie C e na Serie D) enfim terá a sua primeira experiência como treinador na Serie A.

Internazionale: Simone Inzaghi. Após o 3.º lugar na Serie A, o vice-campeonato na Liga dos Campeões e as conquistas da Supercoppa e da Coppa Italia, acabaram-se os rumores a respeito deste emiliano-romanholo. O objetivo agora é levar a biscione ao scudetto.

Juventus: Massimiliano Allegri. Tendo terminado em 7.º lugar na Serie A 2022–23, a vecchia signora segue sem um único título desde o retorno do toscano com quem foi cinco vezes campeã da Serie A. «Max» precisará fazer mais se quiser permanecer em Turim.

Lazio: Maurizio Sarri. Após o vice-campeonato na Serie A passada, as aquile serão observadas com grande interesse nesta que será a sua terceira temporada junto do treinador campano. Conseguirá ele conduzir os biancocelesti ao seu terceiro scudetto

Lecce: Roberto D’Aversa. Após o 16.º lugar na Serie A (cinco pontos acima do antepenúltimo colocado), os lupi e Marco Baroni tomaram rumos diferentes. O ítalo-alemão D’Aversa precisará livrá-los do rebaixamento de qualquer maneira.

Milan: Stefano Pioli. Após o 4.º lugar na Serie A, o emiliano-romanholo foi um dos que sobreviveram às mudanças técnicas e gerenciais empreendidas no diavolo. Com elenco bastante renovado, o técnico campeão em 2021–22 terá grande desafio pela frente.

Monza: Raffaele Palladino. Após o 11.º lugar na Serie A, este campano de 39 anos que comanda a equipe principal dos bagai desde setembro (antes esteve à frente das equipes sub-15 e sub-19) pela primeira vez começará treinando em um campeonato profissional.

Napoli: Rudi Garcia. Após uma Serie A conquistada com cinco rodadas de antecedência, os partenopei aceitaram o pedido de período sabático por parte de Luciano Spalletti. O francês Garcia chega ciente do quão difícil será chegar perto do que fez o seu antecessor.

Roma: José Mourinho. Após o 6.º lugar na Serie A e o vice-campeonato na Liga Europa (derrota nos pênaltis para o Sevilla), o português buscará conduzir a lupa a um melhor desempenho na liga italiana mas também fará de tudo para voltar a erguer um troféu.

Salernitana: Paulo Sousa. Após o 15.º lugar na Serie A, o português ex-Flamengo chegou a ser especulado no Napoli antes de afirmar que continuaria com os granata da Campânia. Sua chegada, em fevereiro, fez muita diferença na bem-sucedida luta contra o descenso.

Sassuolo: Alessio Dionisi. Após o 13.º lugar na Serie A, o toscano vai para a sua terceira temporada com o Sasôl. Seu gosto por um futebol agradável e ofensivo e seu interesse em valorizar jovens promissores fazem com que seja visto quase como um educador.

Torino: Ivan Jurić. Após o 10.º lugar na Serie A, o croata já está há mais tempo no Toro do que jamais esteve em qualquer outra das quatro equipes que treinou (todas da Itália). Sua ambição agora é levar os granata de Piemonte à disputa de alguma competição europeia.

Udinese: Andrea Sottil. Após o 12.º lugar na Serie A, o piemontês buscará realizar uma campanha estável. No início da temporada passada, as zebrette alcançaram seis triunfos seguidos para logo em seguida passarem dez rodadas em série sem uma vitória sequer.

Verona: Marco Baroni. Após derrotaram o Spezia na partida de desempate pela permanência na Serie A, os mastini receberam de Marco Zaffaroni a notícia de seu desligamento. O toscano Baroni chega com o prestígio de quem fez bom trabalho no Lecce.

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