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Copa do Mundo Feminina – Top 5 melhores momentos
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Os melhores momentos Copa do Mundo Feminina

A poucos dias do início da competição relembramos algumas das situações mais marcantes na história do torneio, incluindo uma das melhores atuações da brasileira Marta.

2023 será a maior Copa Feminina de sempre, com mais equipes fazendo frente às bicampeãs em título, EUA, e com certeza teremos muitos momentos memoráveis na prova. Até lá, verifique nosso Top5 (em ordem aleatória) da história do torneio.

Marta atropela os Estados Unidos (2007)

Considerada por muitos a maior jogadora de futebol de todos os tempos, Marta se destacou na semifinal da Copa do Mundo de 2007 contra os Estados Unidos.

Seu segundo gol do encontro é uma obra de arte, com a brasileira recebendo a bola no ar de costas para a zagueira, e usando o calcanhar para controlar a redonda, driblar as adversárias e fazer balançar as redes.

Mas esse foi apenas o culminar daquele que foi provavelmente o desempenho individual mais dominante da história do torneio, com Marta chegando a superar a marcação de três ou quatro jogadoras em várias ocasiões para atropelar a defesa americana com sua habilidade.

Vale notar que Marta é o jogador, masculino ou feminino, com mais gols marcados em Copas do Mundo (17), batendo o anterior recorde de 16 do alemão Miraslov Klose, graças ao pênalti apontado contra a Itália no torneio de 2019.

Claro que Marta terá agora a oportunidade de aumentar esse recorde na Austrália-Nova Zelândia em sua sexta participação em Copas Mundiais.

A comemoração icônica de Brandi Chastain (1999)

A jogar em casa, os Estados Unidos derrotaram a China para vencer a Copa do Mundo nas cobranças de pênalti, mas esse não é o momento icônico que fez essa lista.

Brandi Chastain marcou o pênalti final para garantir o título e depois arrancou sua camisa, para sair celebrando em seu sutiã esportivo pelo gramado. A imagem da jogadora americana com a camisa na mão e de punhos cerrados é uma das comemorações mais famosas de todos os tempos e fez a capa de vários mídia ajudando a impulsionar o futebol feminino.

Depois do jogo, Chastain admitiu, em declarações ao FIFA.com que “não estava pensando em nada”, apenas celebrando “o melhor momento” da sua vida no campo de futebol.

O hat-trick de Carli Lloyd na final (2015)

O estatuto da jogadora americana disparou para o nível de lenda na final de 2015 contra o Japão, quando ela fez um hat-trick nos primeiros 16 minutos de jogo.

Com dois de gols de Lloyd e um de Lauren Holiday, os Estados Unidos venciam por 3-0 aos 14 minutos, mas aquele que é considerado o melhor gol de sempre numa Copa do Mundo Feminina ainda estava por vir.

Lloyd recuperou a bola no meio-campo dos EUA, passou por uma zagueira japonesa em direção à linha central e chutou de longe (mais ou menos 50 metros) batendo a goleira Ayumi Kaihori e fazendo história.

Vale lembrar que além de Lloyd, apenas dois outros jogadores marcaram um hat-trick em uma final de Copa do Mundo - Geoff Hurst e Kylian Mbappé.

Alemanha não sofre nenhum gol (2007)

A seleção alemã era uma das melhores equipes de 2007 e mostrou a importância de ter uma defesa sólida.

Na fase de grupos, elas bateram a Argentina por 11 a 0 e o Japão por 2 a 0, empatando a zeros com a Inglaterra. Suas redes continuaram invioladas no mata-mata, vencendo por 3-0 frente à Coreia do Norte e ainda Noruega.

Todos pensavam que essa série defensiva implacável teria fim na final frente ao Brasil. As Guerreiras somavam já 17 gols no torneio, mas nem Marta, que acabou por vencer a Chuteira de Ouro, conseguiu quebrar a defesa alemã.

O time europeu venceu por 2 a 0, fechando o campeonato sem sofrer nenhum gol.

Será que em 2023 alguma seleção iguala esse recorde?

A original celebração de Kelly Smith (2007)

Na véspera de se estrear pela seleção inglesa, Kelly Smith planejou uma comemoração original caso marcasse gol.

E aos 81 minutos da partida, ela driblou duas zagueiras japoneses para, de pé esquerdo, colocar a bola na rede. Imediatamente ela retirou sua chuteira e a beijou várias vezes, celebração que repetiu dois minutos depois, quando marcou novamente.

A atacante ainda marcou mais duas vezes no torneio de 2007, e sua carreira pelas Lionesses foi ilustre, até sua aposentadoria em 2015 como a maior artilheira de todos os tempos da Inglaterra (só foi ultrapassada em 2021, por Ellen White).

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