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Os Leões pelo troféu que lhes falta

A única grande seleção que nunca venceu a Eurocopa é a Inglaterra, uma das duas favoritas para este ano.

Cinco ingleses estão entre os doze atletas mais valiosos do mundo na avaliação do site Transfermarkt. Isso justifica e resume as altas expectativas que se tem em relação aos Three Lions para a disputa do Campeonato Europeu de 2024.

Ao mesmo tempo, o histórico da Inglaterra em grandes torneios é marcado por decepções. O grande desafio para o seu treinador, Gareth Southgate, é mostrar que esta seleção pode ser não apenas consistente mas também vitoriosa.

Estrelas em todos os setores

No Brasil costumava-se dizer que a canarinho tinha jogadores para formar até duas seleções fortes, e este parece ser o caso da Inglaterra hoje. Comecemos com aquele que considerávamos o onze ideal dos Three Lions para a disputa da Eurocopa em artigo que publicamos no nosso blog em inglês em outubro passado:

     Jordan Pickford;
     Kyle Walker, John Stones, Harry Maguire e Luke Shaw;
     Kalvin Phillips, Declan Rice e Jude Bellingham;
     Bukayo Saka, Harry Kane e James Maddison.

Entre os suplentes haveria nomes como Kieran Trippier (lateral), Trent Alexander-Arnold (lateral/meio-campista), Jordan Henderson (meio-campista), Jack Grealish (atacante) e Phil Foden (atacante). Não é fantasioso especular que esses cinco seriam titulares em quase todas as seleções que vão ao Campeonato Europeu.

Quanto aos onze possíveis titulares de Southgate, os destaques são os dois que não atuam na Premier League: o meia Jude Bellingham é o principal jogador do Real Madrid e de LaLiga; e o atacante Harry Kane é o «9» que faltava ao Bayern de Munique e à Bundesliga desde a saída do polonês Robert Lewandowski.

Alguns dos atletas escolhidos para o nosso time titular não seriam consenso entre os torcedores dos Lions. (O zagueiro Harry Maguire, do Manchester United, parece-nos exemplo disso.) Mesmo assim, talvez a única seleção na Europa (quiçá no mundo) que tenha hoje um onze ideal mais forte que o da Inglaterra seja a França.

Os prognósticos atuais do mercado «Vencedor Final» do Campeonato Europeu dão suporte a tal percepção: Gareth Southgate e cia. dividem o posto de mais bem cotados com os homens sob o comando de Didier Deschamps (4,50). No segundo pelotão vêm Alemanha (7,00), Espanha (8,00) e Portugal (9,00).

Em busca de grandes vitórias

A grande diferença entre Inglaterra e França nos últimos anos diz respeito à maior capacidade que estes têm demonstrado em jogos decisivos. Na Copa do Mundo de 2018, por exemplo, os bleus superaram por 4 x 2 na decisão a mesma Croácia que superou por 2 x 1 na semifinal os Lions (após empate no tempo normal).

Em 2021, na Eurocopa que deveria ter sido realizada em 2020, viu-se a única vitória da Inglaterra de Southgate num jogo eliminatório contra outra grande seleção: 2 x 0 sobre a Alemanha nas oitavas de final. Após passarem também por Ucrânia e Dinamarca, os britânicos perderam a final para a Itália nos pênaltis.

Na Copa do Mundo de 2022, após derrotarem os senegaleses nas oitavas de final, os ingleses tiveram pela frente os franceses. Num confronto que teve como ocorrência mais comentada o pênalti perdido por Harry Kane no 84.º minuto, os de Deschamps venceram por 2 x 1 sem a necessidade de prorrogação.

Daqui a cinco meses, pelo grupo C da Eurocopa, a Inglaterra enfrentará a Sérvia, a Dinamarca e a Eslovênia. Se cumprirem com as expectativas e terminarem à frente dessas três equipes, os de Southgate dificilmente enfrentarão nas oitavas de final qualquer uma das outras dez seleções mais bem cotadas ao título.

Se passarem também das oitavas de final, é bem provável que na fase seguinte enfrentem Alemanha, Croácia, Espanha ou Itália. Todos esses são adversários valorosos, mas nenhum desafio é grande demais para uma seleção que derrotou os próprios azzurri em Nápoles nas Eliminatórias para este Campeonato Europeu.

Ajustes finais

No fim do ano passado Gareth Southgate mostrou-se atento à importância de ter à sua disposição atletas taticamente versáteis. Ambos os exemplos dados por ele foram de laterais-direitos recentemente adaptados a outras posições: Rico Lewis na lateral esquerda e o já mencionado Trent Alexander-Arnold no meio.

O ex-jogador, hoje com 53 anos, sempre pensa na possibilidade de perder alguém por lesão. E aqui damos o exemplo do zagueiro Tyrone Mings, que provavelmente não irá à Alemanha neste verão do Hemisfério Norte (o que lhe faria se juntar a uma lista que inclui o goleiro belga Thibaut Courtois e o meio-campista espanhol Gavi).

Em março haverá os últimos compromissos antes do Campeonato Europeu. A Inglaterra, 3.ª colocada no ranking da FIFA, receberá em Wembley o Brasil (5.º) e logo em seguida a Bélgica (4.ª). Vencer ambos os amistosos seria o estímulo perfeito para, três meses depois, chegar confiante à luta por um título inédito.

As cotações aqui apresentadas estão sujeitas a flutuações.

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