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Estádio Esportivo

Fórmula 1: O que esperar de Imola

O formato F1 Sprint está de volta em 2022 e vamos poder aproveitar o espectáculo já este fim de semana no GP Emilia Romagna, em Imola.

A “jogar em casa” no Autódromo Internazionale Enzo e Dino Ferrari, a scuderia italiana deve contar com milhares de fãs e pode ter uma festa ainda mais especial caso Charles Leclerc vença a prova, algo que tem 11/10 odds de conseguir, e o colega Carlos Sainz Jr consiga tambem o pódio - 8/11 odds.

Há muito tempo que a Fórmula 1 procurava alterar o formato tradicional do fim-de-semana de corrida e a resposta são as corridas de sprint que surgiram no calendário na temporada passada. O objectivo é aumentar as emoções da prova e dar aos fãs uma melhor experiência com uma sessão competitiva em cada um dos três dias de acção em pista, dado que a qualificação passa a ter lugar na sexta-feira.

Verifique os horários da prova deste fim de semana:

Sexta-Feira, 22 abril
Treino livre 1: 12h30 – 13h30
Qualificação: 16h00 – 17h00

Sábado, 23 abril
Treino livre 2: 11h30 – 12h30
Qualificação Sprint: 15h30 – 16h00

Domingo, 24 abril
Corrida 14h00

Circuito histórico

O circuito foi inaugurado em 1953, mas só se estreou-se na F1 em 1980, acolhendo o GP de Itália que normalmente tinha lugar em Monza. Entre 1981 e 2006, Imola passou a integrar o campeonato sob o nome de GP de San Marino, que ficou marcado pelas tragédias de 1994.

Nesse fatídico ano, o austríaco Roland Ratzenberger bateu de frente contra uma parede a mais de 310 km/h durante a qualificação de sábado e morreu instantaneamente. Mas a tragédia continuou no dia seguinte, quando o tricampeão mundial Ayrton Senna perdeu o controlo do seu carro na 7ª volta e bateu contra a parede de betão na curva Tamburello, tendo perdido a vida no hospital algumas horas após o seu acidente.

Depois de extensas alterações à pista por questões de segurança, o circuito voltou à Fórmula 1 em 2020 como GP de Emilia Romagna, em homenagem à região da Toscana onde se localiza.

Classificação anómala após três corridas

Esta edição do Campeonato Mundial de Fórmula 1 começa a ter um protagonista claro, com Charles Leclerc a destacar-se na liderança da geral e com a Ferrari a provar que tem o carro mais competitivo da grelha e com 4/6 odds de vencer o mundial de construtores.

Se olharmos para a classificação geral vemos bem ilustradas as dificuldades que a maioria dos pilotos está a ter. Por exemplo, Verstappen não terminou duas das três provas mas venceu a outra, Hamilton está a rodar mais lentamente do que o seu companheiro de equipa e Carlos Sainz quebrou uma série de 17 corridas consecutivas a marcar pontos.

Aparentemente só Charles Leclerc está a conseguir dominar o novo monolugar e ter consistência com três pódios, o que o deixa como líder destacado, à frente da outra surpresa da época, George Russell.

Contudo, a partir do segundo lugar na classificação geral, as coisas tornam-se muito apertadas e são vários os condutores com posibilidades de subir ou mudar de posição rapidamente, apesar de ser difícil apanhar o monegasco, se ele mantiver este ritmo.

As dez primeiras posições na classificação geral da Fórmula 1:

1º: Charles Leclerc (71 pontos)
2º: George Russell (37 pontos)
3º: Carlos Sainz (33 pontos)
4ª: Sergio Pérez (30 pontos)
5º: Lewis Hamilton (28 pontos)
6º: Max Verstappen (25 pontos)
7ª: Esteban Ocon (20 pontos)
8º: Lando Norris (16 pontos)
9º: Kevin Magnussen (12 pontos)
10º: Valtteri Bottas (12 pontos)

Pérez quer repetir pódio

No GP da Austrália, Sergio Pérez conquistou o seu primeiro pódio da época – terminou no segundo lugar atrás de Leclerc – algo que o mexicano quer repetir este domingo.

“Não vou ficar por aí. Preciso e quero subir ao pódio todas as semanas para a equipa e por mim próprio”, afirmou o piloto de 32 anos.

Já na Arábia Saudita, o piloto da Red Bull teve uma boa exibição. Conquistou a pole position e liderou a prova na fase inicial, mas acabou por não ir além do quarto lugar, por ter parado na box uma volta antes do Safety Car, factor que beneficiou os dois pilotos da Ferrari, assim como o seu companheiro de equipa, Max Verstappen, que acabou por vencer.

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