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Atlético de Madrid
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O «Atleti» luta em todas as frentes

Após terminar 2022–23 em alta, os «colchoneros» parecem ter tudo o que precisam para chegar longe em qualquer competição.

Ninguém pontuou mais no segundo turno da última edição de LaLiga do que o Atlético de Madrid. Por mais que isso não baste para pôr os colchoneros em pé de igualdade com Barcelona e Real Madrid, a equipe do argentino Diego Simeone vem se mantendo forte neste início de 2023–24 e pode sonhar alto.

De menos a más

Na temporada passada, o Atlético de Madrid apresentou duas fases bem distintas. Primeiramente verificou-se um desempenho inconstante em LaLiga, com cinco derrotas em dezesseis rodadas e o quinto lugar na classificação.

Ainda pior foi a participação colchonera na Liga dos Campeões, com três derrotas e o último lugar em seu grupo. Nesses meses falou-se muito sobre uma possível saída do técnico Diego Simeone (que comanda o Atleti desde 2011).

Após 26 de janeiro, quando caiu perante o Real Madrid nas quartas de final da Copa del Rey, os alvirrubros engataram uma série invicta (nove vitórias e duas derrotas) que só terminaria em 23 de abril, perante o Barcelona, por LaLiga.

Embora tenham concluído o Campeonato Espanhol com onze pontos a menos que os blaugranas, os colchoneros por pouco não tiraram dos merengues a segunda posição. (A diferença entre os dos rivais madrilenhos foi de um ponto.)

Homens de confiança

Por ter mantido a base que terminou tão bem a temporada passada, o Atlético apresentava boas perspectivas para 2023–24. Vencer LaLiga parecia difícil, mas não mais do que em 2020–21 (quando a equipe foi campeã pela última vez).

Dos atletas que permaneceram, ninguém alimenta tanto os sonhos colchoneros quanto Antoine Griezmann. Em 2022–23, o atacante francês terminou a Liga Espanhola com 31 participações diretas em gols (15 tentos e 16 assistências).

Também são considerados peças-chave para o treinador argentino três dos jogadores que estão no clube há mais tempo: o goleiro esloveno Jan Oblak, o zagueiro montenegrino Stefan Savic e o meio-campista (e capitão) Koke.

Ajustes no time-base

No 3-5-2 (ou 5-3-2) de Simeone, Mario Hermoso e o uruguaio José María Giménez tendem a ser os companheiros de Savic na zaga. Mas, na ausência de um deles, César Azpilicueta (vindo do Chelsea) e o belga Axel Witsel são opções.

Em setembro, quando o mercado europeu já havia fechado, os sauditas do Al-Shabab anunciaram a contratação de Yannick Carrasco. Considerando que o atacante belga era o indiscutível dono da ala esquerda, foi uma perda e tanto.

Samuel Lino, que voltou no verão após empréstimo ao Valencia, tem sido o escolhido para assumir a vaga deixada pelo belga. O único brasileiro do elenco colchonero vem se saindo bem, e já tem um gol e duas assistências em LaLiga.

No primeiro dia de setembro anunciou-se o empréstimo do meia/atacante João Félix ao Barcelona. Por mais estranho que tenha sido ver o português reforçar um rival, com Simeone suas perspectivas de titularidade eram baixas.

Àquela altura, três jogadores encontravam-se bastante à frente de Félix na disputa para formar a dupla de ataque com Griezmann. Respectivamente: o espanhol Álvaro Morata, o holandês Memphis Depay e o argentino Ángel Correa.

Morata começou como titular, mas na segunda rodada perdeu a posição para Depay. Este marcou um gol e se lesionou no primeiro tempo da vitória por 7 x 0 fora de casa sobre o Rayo Vallecano, em 28 de agosto, pela terceira rodada.

Naquele dia, Morata o substituiu e marcou dois gols. Com o holandês ainda se recuperando fisicamente, o espanhol se firmou no onze inicial ao marcar mais duas vezes no 3 x 1 em casa sobre o Real Madrid, pela sexta rodada.

Um desempenho sólido

É de 100% o aproveitamento do Atlético no estádio Metropolitano em LaLiga. Além do triunfo no dérbi madrilenho, os colchoneros bateram o Granada (3 x 1), o Cádiz (3 x 2) e a Real Sociedad (2 x 1). A única derrota foi para o Valencia (3 x 0), no Mestalla, pela quinta rodada do campeonato.

Os comandados de Simeone começaram a décima rodada em quarto lugar mesmo com um jogo a menos. (A recepção ao Sevilla, que seria em setembro, foi adiada para dezembro). Hoje os vemos com 22 pontos. O líder é o Real Madrid, com três pontos a mais (e um jogo a mais).

Tem sido bom o desempenho na Liga dos Campeões —e poderia ter sido ótimo—. Na estreia a equipe empatou com a Lazio em Roma por 1 x 1, e o empate biancoceleste saiu com gol do goleiro Ivan Provedel nos acréscimos. Depois o Atleti sofreu mas derrotou o Feyenoord por 3 x 2 em Madri.

Daqui a três dias, pela terceira rodada do torneio da UEFA, os colchoneros enfrentam o Celtic em Glasgow. Em janeiro, estreiam na Copa del Rey e logo em seguida viajam a Riade para a disputa da Supercopa de España. (As semifinais serão Barcelona vs. Osasuna e Real Madrid vs. Atlético.) ¿O que se espera até lá? 

Objetivos

Julho passado, o jornalista David G. Medina (Marca) assim resumiu os objetivos do Atlético de Madrid para 2023–24: «conquistar a Copa [del Rey] após uma década, lutar por LaLiga e esquecer o ridículo da última Champions».

Pelo que demonstrou até aqui, a equipe pode muito bem sonhar em transcender as expectativas apresentadas no parágrafo anterior. O certo é que, em se tratando do Atleti de Simeone, o que vale é a velha máxima do «jogo a jogo».

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