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Liga dos Campeões: O caminho até Paris

Tem sido um longo e emocionante percurso tanto para o Liverpool como para o Real Madrid até à final da Liga dos Campeões que se joga amanhã, no Stade de France.

Em certos momentos, parecia que ambos os clubes ficariam aquém do seu sonho de alcançar a final da liga milionária na capital francesa. Mas com a grande noite a aproximar-se rapidamente, é a altura certa para olhar para trás e analisar a distância que os reds e los blancos tiveram de percorrer para chegar aqui.

Fase de grupos invicta

Os adeptos dos reds com certeza não acreditaram na sua falta de sorte quando o sorteio foi confirmado, uma vez que o Liverpool calhou num grupo muito difícil juntamente com o Atlético de Madrid e os ex-campeões europeus AC Milan e FC Porto.

Mas a equipa onde alinha o português Diogo Jota, que tem 4/7 odds de levantar o troféu após o jogo de amanhã, enfrentou o desafio de cabeça erguida e ultrapassou as três equipas de forma incrível, ficando invicta na fase de grupos. Além disso marcaram 17 golos no processo e sofreram apenas seis.

Com isso, tornaram-se o primeiro clube inglês a ganhar os seis jogos da fase de grupos da Liga dos Campeões e deixaram clara a mensagem de que estavam na liga milionária para vencer.

Carácter nos momentos de tensão

Chegados os oitavos de final, o Liverpool enfrentou o Inter de Milão, que acabou por ser um dos testes mais duros desta campanha europeia.

Os golos tardios de Roberto Firmino e Mohamed Salah no primeiro jogo em Anfield deram ao Liverpool uma boa vantagem, mas o Inter respondeu com uma vantagem de 1-0 no San Siro, aos 61 minutos do segundo jogo.

Felizmente para os homens de Jurgen Klopp, apenas dois minutos após o golo de Lautaro Martínez, Alexis Sánchez viu um cartão vermelho que certamente ajudou os reds a segurarem o resultado até ao final do encontro e seguirem em frente na prova com um agregado total de 2-1.

Na fase seguinte, o Liverpool encontrou o Benfica e superou a equipa portuguesa com relativa facilidade, vencendo por 3-1 no Estádio da Luz. Ainda assim a equipa portuguesa conseguiu um respeitável empate em Anfield por 3-3 na segunda mão.

O emblema britânico marchou então para as meias-finais, onde, sem dúvida, a sua determinação foi mais testada do que em qualquer outra fase da competição até agora.

Após o primeiro jogo em Anfield, o Liverpol tinha uma confortável vantagem de 2-0, que viu desaparecer na primeira metade do segundo jogo em Villarreal.

Não sabemos o que Klopp disse aos seus jogadores no intervalo do encontro, mas fez toda a diferença, dado que a sua equipa produziu uns impressionantes 45 minutos na segunda parte para vencer a partida por 3-2 no El Madrigal e carimbar o passaporte para Paris.

Um caminho acidentado para o Real

Não foi o início mais convincente dos gigantes espanhóis, pois sofreram uma derrota por 2-1 no seu primeiro jogo em casa da fase de grupos contra um desconhecido Sheriff Tiraspol, da Moldávia.

A equipa de Carlo Ancelotti, que tem 11/8 odds de se sagrar campeão europeu pela 14ª vez, conseguiu recuperar do choque dessa derrota e venceu todos os outros cinco jogos do grupo, onde estavam incluídos o Inter de Milão e o Shakhtar Donetsk.

Mestres da reviravolta

Caso o Real Madrid vença a Liga dos Campeões esta época, o seu percurso até chegar ao troféu será com certeza lembrado como um dos mais notáveis na história do torneio.

Com uma desvantagem de dois golos no agregado, à entrada para a última meia hora da segunda mão contra o Paris Saint-Germain, parecia que los blancos iam sair da competição de cabeça baixa nos oitavos-de-final. Porém Karim Benzema ainda tinha algo a dizer e com um incrível hat-trick em apenas 17 minutos garantiu a vitória que enviou Lionel Messi, Kylian Mbappé e companhia de volta para casa de mãos a abanar.

O drama continuou nos quartos-de-final, frente ao Chelsea. A 10 minutos do fim da segunda mão, o Real tinha um golo de desvantagem, mas Rodrygo empatou a eliminatória aos 80 minutos, e Benzema marcou de novo, já nos descontos de tempo, para colocar os madrilenos nas semifinais.

Ainda assim, a maior surpresa ainda estava para vir e contra o Manchester City, que procurava um lugar na final da Liga dos Campeões pelo segundo ano consecutivo.

A equipa inglesa entrou no Santiago Bernabéu com a vantagem mínima, graças ao 4-3 trazido da primeira mão. Aos 73 minutos, Riyad Mahrez alargou a vantagem dos visitantes para 5-3 que se manteve até ao minuto 89 e os ingleses já se preparavam para fazer as malas para Paris.

Mas de forma épica, Rodrygo empatou a eliminatória, com dois golos no espaço de minuto e meio, aos minutos 89 e 91 respectivamente, obrigando a prolongamento, enquanto Pep Guardiola levava as mãos à cabeça. Depois, Karim Benzema, sempre ele, colocou os merengues na sua 17ª final da Liga dos Campeões.

Paragem final... Paris

A grande questão que se coloca agora é: será que o Real Madrid já esgotou toda a sua sorte ou ainda tem mais uma surpresa na manga?

A trajectória do Liverpool foi claramente mais fácil, mas depois de perder o título da Premier League por apenas um ponto numa dramática jornada final, o emblema de Merseyside está mais determinado do que nunca e vai fazer de tudo para conquistar a séptima taça europeia da história do clube.

O derradeiro jogo está marcado as 20h00 de sábado, 28 de Maio, quando os dois clubes se reencontram para um terceiro capítulo duma longa história europeia. Anteriormente estiveram frente a frente nas finais de 1981 e 2018, com uma vitória para cada lado e procuram agora o desempate.

O Real Madrid tem 5/2 odds de vencer a partida no tempo regulamentar e 16/1 odds de o fazer durante mais um prolongamento.

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