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Brasil e França – Liga das Nações de Vôlei
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Liga das Nações Masculina de Vôlei: Brasil vs. França

A seleção comandada por Renan Dal Zotto faz a última de suas quatro partidas em Orleans justamente contra os anfitriões.

Tendo vencido cinco e perdido duas partidas nesta fase preliminar da Liga das Nações Masculina, o Brasil encontra-se em quarto lugar.

Seu próximo adversário será a seleção da França, que, tendo vencido três jogos e perdido os outros quatro, encontra-se apenas em nono lugar.

Ainda assim, não se espera um duelo dos mais fáceis para a canarinho: os bleus, além de serem os atuais campeões olímpicos, jogam diante de sua torcida.

Pela vitória e pelo aprendizado

O quê:Brasil x França
Onde:CO’Met, Orleans
Quando:domingo, 25 de junho, às 12h30 (horário de Brasília)
Como assistir:sportv2
Cotações:Brasil = 1,80 | França = 1,90

Como chega a canarinho

Entre 7 e 11 de junho, na cidade canadense de Ottawa, o Brasil obteve três vitórias (sobre a Alemanha, a Argentina e os Estados Unidos) e sofreu uma derrota (para Cuba). Nesta semana, na comuna francesa de Orleans, a equipe treinada por Renan Dal Zotto venceu a Bulgária e a Eslovênia e perdeu para o Japão.

No Canadá o destaque da canarinho foi Lucarelli, visto que, com 75 pontos marcados, o ponteiro do Piacenza terminou a primeira semana em sexto nesse ranking. Na França quem  vem se saindo melhor nesse quesito é Alan: o posto do AZS Olsztyn marcou 14 pontos contra os búlgaros, 20 contra os japoneses e 19 contra os eslovenos.

O grande ausente da verde e amarela até aqui vem sendo o ponteiro Yoandy Leal, que também atua pelo Piacenza. Por questões pessoais, este atleta nascido em Cuba pediu para ficar fora dos primeiros jogos da Liga das Nações. Isso levou Dal Zotto a incluir no grupo Arthur Bento, do Minas, que completou 19 anos este mês.

Como chegam os bleus

A seleção da França fez suas quatro primeiras partidas na cidade japonesa de Nagoya, onde foi derrotada três vezes (para a Polônia, a Eslovênia e o Japão) e obteve uma vitória (sobre a China). Agora jogando em casa, os homens treinados pelo lendário ex-jogador italiano Andrea Giani perderam para a Argentina mas superaram Cuba e Canadá.

Não hesitamos em dizer que Théo Faure, oposto do Montpellier, foi indiscutivelmente o destaque dos bleus em sua estadia no Japão. O motivo é simples: por ter feito 79 pontos (dos quais 61 foram de ataque, 12 de bloqueio e 6 de saque), foi ele quem fechou a primeira semana da Liga das Nações como o líder nesse ranking.

Faure não está com o grupo em Orleans, assim como o ponteiro Earvin N’Gapeth, do Paykan Tehran (que tampouco esteve em Nagoya). Por outro lado, estamos tendo o privilégio de presenciar os retornos de campeões olímpicos em Tóquio 2020. Dentre eles destacamos o central Barthélémy Chinenyeze, do Civitanova, e o líbero Jenia Grebennikov, do Zenit.

O que esperar do jogo

Dois jogadores experientes do Brasil (ambos em atuação na liga italiana) merecem menção à parte por sua regularidade: o levantador e capitão Bruno Rezende, do Modena, que apresenta média de 20,00 levantamentos bem-sucedidos por jogo; e o central Flávio Gualberto, do Perugia, que apresenta média de 2,29 bloqueios por jogo.

No time francês parece provável que vejamos em quadra os já citados Chinenyeze e Grebennikov. Também são consideráveis as chances de o oposto Jean Patry, do Milano, e o ponteiro Trévor Clévenot, do Jastrzębski Węgiel, integrarem o sexteto inicial. (Esses quatro atletas foram campeões olímpicos há dois anos e venceram a Liga das Nações ano passado.)

Se fôssemos tomar como base os resultados dessas duas equipes desde o início da competição, poderíamos esperar equilíbrio ou até mesmo ligeiro favoritismo para a canarinho. O problema de tal abordagem é que ela não leva em conta o fato de os bleus terem chegado a esta segunda semana com um elenco muito mais gabaritado do que na primeira.

Há também, naturalmente, a questão de esta partida ser realizada em Orleans. Mas, mesmo se assim não fosse, não seria nada estranho se alguns considerassem como favorita a equipe comandada por Giani. O mercado de «Vencedor Final» está no momento suspenso, mas até poucos dias via-se a França aparecer em segundo nas cotações (4,50) e o Brasil em terceiro (5,50).

Considerando que os homens de Dal Zotto seguem perdendo mais sets do que seria de esperar (onze ao todo, o que representa uma média de 1,57 por jogo), as chances de perderem pelo menos um set para os anfitriões são altas. Daí se tem uma ideia da dificuldade que a verde e amarela pode esperar para este duelo.

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