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Libertadores: o Furacão precisará de muito fôlego

O Athletico prepara o coração e o pulmão para enfrentar o Bolívar nos mais de 3.500 metros de altitude do estádio Hernando Siles.

O Athletico-PR surpreendeu ao terminar como o primeiro colocado no grupo G desta Copa Libertadores (13 pontos), deixando o Atlético-MG em segundo. Também o Bolívar foi além das expectativas ao terminar em segundo no C (12 pontos), atrás do Palmeiras.

É provável que, se pudessem, os rubro-negros teriam escolhido adversário diferente nas oitavas de final. Além de serem uma equipe qualificada, os celestes terão a seu favor nesta terça-feira a sempre complicada (pelo menos para os brasileiros) altitude de La Paz.

Quanto pressão o furacão suportará?

O quê:Bolívar x Athletico-PR
Onde:Hernando Siles, La Paz
Quando:terça, 1 de agosto, às 21h (horário de Brasília)
Como assistir:ESPN2 | Star+
Cotações:Bolívar = 1,90 | empate = 3,60 | Ahtletico-PR = 4,00

Como chegam os celestes

No grupo C desta Libertadores estiveram tanto o Bolívar quanto o Palmeiras, o Barcelona (Equador) e o Cerro Porteño (Paraguai). Os comandados do espanhol Beñat San José chegaram à última rodada já classificados às oitavas de final; mas, ao perderem para os brasileiros por 4 x 0 no Allianz Parque em 29 de junho, perderam também a liderança.

Na División Profesional, os celestes obtiveram 35 pontos em vinte jogos (média de 1,75). Apesar desses quase 60% de aproveitamento, três equipes estão à sua frente na classificação: The Strongest (42 pontos), Always Ready (38) e Nacional Potosí (36). Outra competição em curso é a Copa de la División Profesional, que está na fase de grupos.

Um atleta importante deixou o clube no início do mês: o lateral/ala-esquerdo Roberto Fernández. Permanecem o atacante chileno Ronnie Fernández —autor de onze gols em dezesseis jogos no Campeonato Boliviano— e o veterano goleiro Carlos Lampe (repatriado este ano após passar pelos argentinos do Vélez Sarsfield e do Atlético Tucumán).

Como chegam os rubro-negros

Com o Athletico Paranaense no grupo G estiveram o Atlético Mineiro, os paraguaios do Libertad e os peruanos do Alianza Lima. Tendo garantido a classificação à fase seguinte na penúltima rodada, os curitibanos se confirmaram como os líderes ao superarem os limenhos por 3 x 0 na Arena da Baixada em 27 de junho.

Estávamos em 16 de junho quando Wesley Carvalho foi anunciado como o treinador interino do furacão. Desde então, a equipe foi eliminada pelo Flamengo nas quartas de final da Copa do Brasil e entrou em campo sete vezes pela Série A. Nesta competição os paranaenses encontram-se em sétimo lugar, com 27 pontos (média de 1,59 por jogo).

No início de julho, o meia uruguaio David Terans (que desde maio vinha sendo reserva) foi vendido aos mexicanos do Pachuca. Entre os reforços de inverno, o mais famoso é o versátil meio-campista chileno Arturo Vidal (vindo do Flamengo); mas quem se firmou até aqui foi o lateral/ala-esquerdo argentino Lucas Esquivel (vindo do Unión).

O que esperar do jogo

No Bolívar treinado por San José parecem ser peças-chave os três homens que costumam formar a linha de defesa: o uruguaio Bryan Bentaberry, o argentino Nicolás Ferreyra e José Sagredo. Entre os suplentes nesta terça provavelmente estará o meio-campista Ramiro Vaca, que três anos atrás (quando defendia o Strongest) despertou o interesse do Athletico.

Quase todos os mais importantes atletas do furacão deverão ser escalados, menos os zagueiros Pedro Henrique (lesionado) e Thiago Heleno (vetado por conta da altitude de La Paz). Supõe-se que Carvalho optará por linha de quatro defensores, tendo Matheus Felipe e Kaique Rocha como opções para formar a dupla de zaga com Zé Ivaldo.

Como seria de esperar em se tratando de uma equipe acostumada a mandar partidas a mais de 2.500 metros, foi grande o contraste entre o desempenho dos celestes em casa e fora nesta Libertadores. Enquanto mandante, o Bolívar venceu seus três jogos e sofreu somente um gol; enquanto visitante, venceu um e sofreu seis gols.

É normal que o Athletico, derrotado em seis de seus últimos oito compromissos fora, seja visto como «azarão» na Bolívia. Mas precisamos notar que, mesmo fazendo parte de um dos grupos mais difíceis da competição, os rubro-negros foram vazados apenas quatro vezes. (O Boca Juniors, com dois gols sofridos, é o único à sua frente nesse quesito.) 

Espera-se muito volume ofensivo por parte dos mandantes, que na fase de grupos apresentaram média de 20,0 finalizações por jogo no Hernando Siles. E, considerando a sua média de 6,7 finalizações na direção da meta em tais partidas, o goleiro Bento provavelmente será determinante se os visitantes tentarem jogar pelo empate.

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