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Paris Saint-Germain
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Futuro e presente lado a lado no PSG

Com jovens promissores, os «rouges et bleus» querem ser mais do que uma equipe em transição.

No último mercado de transferências o Paris Saint-Germain passou por drásticas reformulações, mas ainda assim tem sido o mais forte na França. A dúvida é se conseguirá se afirmar também na Europa.

Saem os medalhões, entram os jovens

Desde o fim da temporada 2022–23 o PSG ou vendeu ou emprestou ou não renovou com dezenas de atletas. Nesse grupo incluem-se três astros: o zagueiro Sergio Ramos e os atacantes Neymar e Lionel Messi.

Entre os que permaneceram estão o goleiro Gianluigi Donnarumma, o lateral Achraf Hakimi, o zagueiro Marquinhos, o meio-campista Vitinha e o atacante Kylian Mbappé. Nenhum deles tem mais de 30 anos.

Tampouco entre os contratados encontrava-se alguém com idade superior a 30 anos. Os mais velhos eram o zagueiro Milan Skriniar (28), o atacante Marco Asensio (27) e o zagueiro/lateral Lucas Hernández (27).

O atacante Ousmane Dembélé tem 26, e o também atacante Randal Kolo Muani completou 25 há alguns dias. Com 22 anos temos o zagueiro Lee Kang-in, o meio-campista Manuel Ugarte e o atacante Gonçalo Ramos.

Agora o comandante técnico do PSG é Luis Enrique, de 53 anos. Essa foi uma escolha coerente, pois a maioria dos treinadores que o antecederam (Thomas Tuchel, Mauricio Pochettino) também era relativamente jovem.

Tudo como antes na França

O PSG, vencedor de nove das últimas onze edições da Ligue 1, começou 2023–24 empatando com equipes que hoje têm como claro objetivo a permanência na elite: na primeira rodada, 0 x 0 com o Lorient no Parc des Princes; na segunda, 1 x 1 com o Toulouse no Stadium Municipal.

Na quinta rodada os rouges et bleus sofreram sua primeira e única derrota, um 3 x 2 para o Nice no Parc des Princes; na sétima, empataram por 0 x 0 com o Clermont no Gabriel-Montpied. Nas dez rodadas realizadas desde então, conquistaram os três pontos nove vezes.

Estamos já na metade do Campeonato Francês (no qual se disputam 34 rodadas). O PSG, com 40 pontos, é o líder isolado; em segundo vem o Nice, com 35 pontos; em terceiro o Monaco, com 33. As principais cotações do mercado «Vencedor Final» não nos parecem exageradas.

cotaçãoequipe
1,035Paris SG
17,00Nice
34,00Monao

Mbappé era o óbvio favorito ao topo do ranking de goleadores, já que atingiu esse feito nas últimas cinco edições da Ligue 1. Três outros homens foram por cinco vezes o máximo artilheiro: Carlos Bianchi (Reims e PSG), Delio Onnis (Monaco, Tours e Toulon) e Jean-Pierre Papin (Marselha).

Ao fim de 2023–24, o camisa 7 do PSG provavelmente terá alcançado o recorde de seis artilharias do Campeonato Francês: até aqui Mbappé marcou dezoito gols, dez a mais que Wissam Ben Yedder (Monaco). Seguem-se as principais cotações do mercado «Melhor Marcador».

cotaçãojogadorequipe
1,02Kylian MbappéParis SG
21,00Alexandre LacazetteLyon
Jonathan DavidLille
Wissam Ben YedderMonaco
34,00Akor AdamsMontpellier

Quanto à disputa pelo topo no quesito assistências, esta é bem mais acirrada; ainda assim, nota-se que também aí o PSG se destaca. Dembélé, com cinco passes para gol, é o líder junto de outros dois jogadores; Hakimi, com quatro, está empatado com outros dez atletas.

Um coadjuvante na Europa?

Nas últimas temporadas o Paris Saint-Germain acostumou-nos a vê-lo como um candidato ao inédito título da Liga dos Campeões. Em 2023–24 essas expectativas eram menores, como se vê nas cotações de «Vencedor Final» após a definição das equipes que disputariam a fase de grupos.

cotaçãoequipe
3,25Manchester City
6,00Bayern de Munique
9,00Real Madrid
11,00Arsenal
15,00Barcelona
17,00Manchester United
Paris Saint-Germain

Tendo caído no «grupo da morte», junto de Borussia Dortmund, Milan e Newcastle, os franceses chegaram à última rodada sob o risco de não passar de fase. O empate fora de casa com os alemães bastou-lhes, mas apenas porque os ingleses não derrotaram em casa os italianos.

Logo após o jogo no Westfalenstadion, o ex-zagueiro da seleção francesa Frank Leboeuf disse à ESPN britânica que o PSG não iria longe na Champions. Pode-se abreviar desta maneira a análise que ele fez dos rouges et bleus: fracos na defesa, inexperientes no meio e ineficazes no ataque.

Na conferência de imprensa que se seguiu àquele empate em Dortmund, Luis Enrique pôs as dificuldades em perspectiva ao lembrar que no verão o clube trouxe onze jogadores, uma nova equipe técnica e inaugurou um centro de treinamento. «Tudo é novo», como resumiu o treinador.

O futuro é já

O asturiano também olhou para a frente. Disse ele que em fevereiro, quando serão realizados os jogos de ida das oitavas de final da Liga dos Campeões, o Paris Saint-Germain estará mais forte.

Essa crença se baseava na seguinte percepção quanto ao desempenho de sua equipe na fase de grupos: «Nós sempre atacamos e sempre criamos mais oportunidades que os nossos adversários».

É verdade que o PSG criou bastante nesta Champions. De acordo com o site Sofascore foram 22 grandes oportunidades, número idêntico ao do Bayern e inferior apenas ao do Manchester City (30).

O porém é que, por terem marcado nove gols, os rouges et bleus terminaram com o 13.º melhor ataque da fase de grupos. (Também nesse quesito os líderes foram os Cityzens, com dezoito gols.)

Nas oitavas de final da Liga dos Campeões o adversário será a Real Sociedad. Se chegar a esses duelos vindo de boas atuações na Ligue 1, o PSG estará mais apto a confirmar as projeções de seu treinador.

As cotações aqui apresentadas estão sujeitas a flutuações.

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