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Fórmula 1: Como está o campeonato?

Com cinco corridas já realizadas, a luta entre a Red Bull e a Ferrari, juntamente com os problemas técnicos da Mercedes, continuam a dominar esta época de F1.

Max Verstappen conquistou em Miami a terceira vitória do ano e reduziu para 19 pontos a distância que o separa do líder, Charles Leclerc, relançando a luta pelo campeonato.

O monegasco já esteve no pódio quatro vezes, duas delas na liderança, e tem 6/5 odds de se sagrar campeão pela primeira vez, enquanto o neerlandês só terminou três corridas, mas venceu todas, e tem 5/6 odds de repetir o título mundial.

Verifique a classificação do Top10:

1. Charles Leclerc (Ferrari) – 104 pontos
2. Max Verstappen (Red Bull) – 85 pontos
3. Sérgio Pérez (Red Bull) – 66 pontos
4. George Russell (Mercedes) – 59 pontos
5. Carlos Sainz (Ferrari) – 53 pontos
6. Lewis Hamilton (Mercedes) – 36 pontos
7. Lando Norris (McLaren) – 35 pontos
8. Valtteri Bottas (Alfa Romeo) – 30 pontos
9. Esteban Ocon (Alpine) – 24 pontos
10. Kevin Magnussen (Haas) – 15 pontos

E a nível de construtores?

Olhando ao que aconteceu nas duas últimas provas, parece claro que a Red Bull está mais forte que a Ferrari, especialmente na velocidade de ponta. Talvez por isso, no mundial de construtores, apenas seis pontos separam a líder Ferrari do segundo lugar da Red Bull, equanto a Mercedes continua a perder terreno para ambas.

A escuderia italiana tem 10/11 odds de terminar o ano em primiro e vencer o campeonato, enquanto a Red Bull tem 10/11 odds.

Os silver arrows estão isolados no terceiro lugar, seguidos de longe pela McLaren que não pontuou nos EUA, mas tinha colocado Lando Norris no terceiro lugar em Imola. Sem nenhum pódio mas com prestações positivas continua a alfa romeo, que por isso segue à frente da Alpine e da Alpha Tauri na tabela. Haas, Aston Martin e Williams, ocupam os três últimos lugares da lista.

A estreia do Grande Prémio de Miami confirmou a velocidade da Red Bull e viu a Mercedes melhorar um pouco graças às actualizações que introduziram às asas dos monolugares. Mas na verdade a corrida foi morna até à entrada do Safety Car, que acabou por trazer alguma emoção à prova.

Analisamos em seguida os pilotos que se destacaram, quer pela positiva, quer pela negativa, no Autódromo Internacional de Miami.

Os melhores de Miami

Max Verstappen

O destaque principal do fim de semana foi o vencedor da prova, que realizou também a volta mais rápida.

Como se percebeu pelo tempo perdido na sexta-feira, e pelos problemas de potência no carro de Sérgio Pérez, o monolugar da Red Bull ainda não é totalmente fiável, mas é sem dúvida uma máquina muito rápida.

Com uma estratégia bem delineada, como é habitual na Red Bull, o piloto neerlandês soube aproveitar a velocidade de ponta para se distanciar de Leclerc. Aliás antes da entrada do Safety Car, Verstappen estava mais de sete segundos à frente do rival a quem recuperou oito pontos na classificação geral.

George Russell

Outro piloto que também começou com pneus duros e soube cuidar bem deles foi o jovem britânico da Mercedes. A opção de manter os pneus até ao máximo que desse ou até à entrada de um Safety Car, partiu de Russell e a sorte sorriu-lhe. Pouco depois dessa decisão assistimos ao despiste de Lando Norris e ao Virtual Safety Car que Russell aproveitou para ir então às boxes.

Terminou a prova em quinto lugar, à frente do colega de equipa Lewis Hamilton, beneficiando do erro de Valtteri Bottas. Com este resultado, destacou-se como o melhor do segundo pelotão atrás dos dois Red Bull e Ferraris, e tem 40/1 odds de vencer o mundial de pilotos.

E ainda conseguiu um feito na Mercedes, igualando Juan Manuel Fangio, o último piloto a pontuar nas seis primeiras provas ao serviço dos silver arrows.

Esteban Ocon – Alpine

O piloto francês destruíu o seu monolugar no treino livre 3 e, como tal, não esteve presente na qualificação.

O carro precisou de um novo chassis, e a Alpine não estava preparada com uma das suas principais atualizações – a equipa apenas trouxe um fundo para cada piloto – para montar para a corrida. Ainda assim, a escuderia conseguiu, durante a noite, construir um carro na box que se mostrou à altura do desafio.

Apesar das dificuldades sentidas no início da corrida, devido à opção por pneus duros, o francês soube estender a vida dos pneus até à troca para um conjunto de macios na volta 41, terminando a corrida em oitavo lugar.

Os destaques negativos da prova

Valtteri Bottas

O finlandês passou a maior parte da prova numa “terra de ninguém” isolado no quinto lugar e tudo indicava que ia ser uma das estrelas de Miami, mas um erro numa das curvas do traçado atirou-o para o séptimo lugar

De qualquer maneira este não foi um mau resultado, dado que ainda conseguiu seis pontos, além de que e mostrou ter potencial, e carro, para lutar por bons resultados.

Fernando Alonso

Aos 40 anos de idade, o ex-campeão mundial mostrou que continua a ter bom ritmo e que o Alpine é um carro competitivo, mas mais uma vez Alonso foi o seu pior inimigo.

Depois de ter falhado a passagem à Q3, o espanhol conseguiu uma boa largada na corrida, mas perdeu muito tempo com as intensas lutas do meio do pelotão e acabou por exagerar nas manobras, o que lhe valeu uma dupla penalização.

McLaren

Com o pódio alcançado em Imola, a McLaren dava sinais de estar a recuperar, e talvez por isso a desilusão em Miami tenha sido ainda maior e a escuderia britânica não conseguiu sequer pontuar.

Nos treinos vimos boas indicações, que não se confirmaram na qualificação nem na corrida. A McLaren nunca mostrou ter argumentos para lutar pelo top10.

E se Lando Norris tem deixado boas impressões, a época de Daniel Ricciardo tem sido uma desilusão constante com o melhor resultado do piloto australiano a ser o 6º lugar alcançado no circuito de Melbourne.

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