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Fernando Alonso

Aos 41 anos, com dois campeonatos mundiais conquistados e um número recorde de largadas na Fórmula 1, Fernando Alonso continua em alta nesta sua 20ª temporada neste esporte.

Dado que Alonso assinou um contrato de dois anos com a Aston Martin, o veterano continuará pilotando na F1 até aos 43 anos, no mínimo, e seu desempenho atual não indica que ele vá perder a forma em breve.

A carreira do espanhol sempre foi uma montanha-russa, e nesta estreia pela fabricante inglesa, a sexta equipe de sua carreira, ele já conseguiu quatro pódios nas cinco primeiras corridas do ano e tem odds de 2,75 para vencer 2+ corridas este ano.

A aposta da Renault valeu a pena

A história começa aos três anos de idade, quando seu pai, que era mecânico, lhe deu seu primeiro kart. A semente estava lançada e, enquanto júnior, Alonso acabou vencendo vários campeonatos espanhóis de Kart.

Com 17 anos venceu o europeu de Fórmula Nissan, subiu para a Fórmula 3000, e em 2001 estreou na F1 como piloto da Minardi.

O carro não era competitivo, e o espanhol não conseguiu nenhum ponto, mas chamou à atenção do chefe da Renault, Flavio Briatore, tornando-se o piloto de testes da equipe francesa em 2002, antes de substituir Jenson Button para fazer parceria com Jarno Trulli na temporada de 2003.

A decisão de Briatore provou ser um golpe de mestre, pois Alonso se tornou o piloto mais jovem a garantir uma pole position na segunda corrida da temporada, na Malásia, antes de se tornar o mais jovem vencedor de corrida com a vitória na Hungria.

Dois anos depois, com sete vitórias e 133 pontos, El Nando se tornou o mais jovem campeão de F1 da história e repetiu o título no ano seguinte, apesar da alta competição do heptacampeão mundial Michael Schumacher, da Ferrari.

Erro na McLaren, retorno infeliz à Renault, fracasso na Ferrari

Tendo superado Schumacher se esperava que Alonso continuasse a dominar na F1 com sua nova equipe, a McLaren.

Embora tenha ficado a um ponto de conquistar o terceiro título em 2007, os problemas com seu colega de equipe, um jovem Lewis Hamilton, prejudicaram sua passagem pela equipe inglesa e ele acabou saindo por mútuo acordo após um ano, retornando à Renault.

No entanto, ele encontrou uma equipe muito diferente da que havia deixado, já que a fabricante francesa não era mais competitiva, o que levou a que dois anos depois, em 2010, Alonso se mudasse de novo, desta vez para a Ferrari.

Em seu primeiro ano com a Scuderia, ele viu novamente o título escapar de suas mãos na última corrida, com Sebastian Vettel se sagrando campeão, e iniciando um período de domínio da Red Bull.

Após expressar publicamente sua frustração com a fraca competitividade do carro, Alonso e a Ferrari se separaram em 2014, com o espanhol fazendo um surpreendente retorno à McLaren.

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Mais um colapso

Voltar para a equipe de Woking acabou sendo mais erro de carreira. A equipe tinha parceria com a Honda para fornecimento de motores, o que acabou sendo um pesadelo.

Alonso teve cinco DNFs nas primeiras oito corridas e suportou dois anos de desempenho não competitivo do carro antes da McLaren finalmente se separar da Honda, em 2017.

No ano seguinte o carro era mais competitivo, mas não o suficiente para as ambições de Alonso, e ele se afastou da F1, para vencer as 24 Horas de Daytona e competir ainda na Indy 500 e no Rally Dakar.

Em 2021, ele retornou à F1 para uma terceira passagem pela equipe de trabalho da Renault, a Alpine, terminando em 10º e 9º na classificação dos pilotos e batendo mais um recorde, ao se tornar o 1º piloto a iniciar 350 corridas na F1.

Com seu contrato chegando ao final e a equipe mostrando interesse em assinar o jovem Oscar Piastri para seu lugar, Alonso anunciou que iria integrar a Aston Martin em 2023, após a aposentadoria de Vettel.

Grandes ambições

A Aston Martin está investindo forte com esperança de evoluir e lutar contra os grandes e o veterano da grid acredita que pode lutar por um terceiro título mundial.

Embora ele não seja o piloto mais fácil de se relacionar, sua pilotagem é inigualável, com poucos erros, capacidade de adaptação e, aos 41 anos, ele continua atacando cada curva com o nível de agressividade que caracteriza sua carreira.

Após várias escolhas erradas ao longo de sua carreira, El Nando parece estar finalmente no caminho certo com a Aston Martin, e tem odds de 11,00 para ganhar no mercado sem Max Verstappen.

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