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Fórmula 1

A candidatura foi aprovada pela FIA, após muitos meses, mas a entrada do time americano na Fórmula 1 ainda não está garantida.

A Andretti ainda precisa aprovação da Formula One Management (FOM), detentora dos direitos comerciais do esporte, para finalizar o processo e se tornar o 11º time da grid a partir de 2025.

E a verdade é que conseguir fechar esse acordo comercial será um desafio ainda maior do que obter o aval da FIA, cujo presidente Mohammed ben Sulayem, sempre mostrou interesse em acrescentar mais times ao grid, algo que não acontece desde 2016 com a entrada da Haas.

Por essa razão, a Federação abriu um processo seletivo, e agora, após muitos meses, reconheceu o mérito da candidatura do conglomerado americano nos campos desportivo, técnico e financeiro, encaminhado-a por isso para a terceira e última etapa da seleção.

O que falta afinal?

A Andretti Formula Racing LLC tem agora uma nova dificuldade em seu caminho, e uma que se prevê ainda maior, especialmente pelo fato das atuais equipes em competição estarem contra a expansão, ainda que vários pilotos tenham manifestaram seu agrado com a ideia de ter mais dois carros na grid.

E o principal entrave é bem simples: impacto financeiro. Isto porque um novo time significa que a receita do Mundial passaria a ser dividido entre 11 e não 10.

Por isso, é expectável que a FOM vá exigir uma taxa de entrada bem mais alta do que o habitual, para assim compensar as possíveis perdas dos outros times.

Atualmente a taxa circula por volta de US$ 200 milhões (cerca de R$ 1 bilhão) e os rumores apontam para que possa mesmo ser triplicada para a Andretti.

Além disso, seria necessária a assinatura de um novo Pacto da Concórdia entre os times para clarificar qualquer questão sobre as premiações e divisão de receitas. Dado que o atual Pacto vence no fim de 2025 e que no ano seguinte entrará em vigor um novo regulamento na F1 para atrair mais montadoras fornecedoras de motores, parece que as negociações e discussões comerciais se vão arrastar vários meses também.

Após vencer a primeira batalha, a Andretti deve estar bem moralizada para continuar a luta e perseguir o sonho de ingressar na F1.

Lembramos que o conglomerado americano já tem operação na Indy, Fórmula E, IMSA, Extreme E, Indy NXT e V8 Supercars, Super2 e Super Copa, mas quer chegar na categoria rainha do esporte, tanto que em 2021, tentou comprar a Sauber (agora Alfa Romeo), para esse feito, mas o negócio não foi avante.

O apoio dos pilotos

Indo contra o pensamento de muitos chefes de equipe alguns pilotos que manifestaram seu apoio ao aumento de carros na grid, incluindo os multi-campeões mundiais, Max Verstappen e Lewis Hamilton. O britânico explicou que era “uma oportunidade para mais empregos”, e que “mais duas vagas disponíveis para uma potencial piloto, abre mais possibilidades” que ele considera “emocionante para a corrida”, mas reconheceu que sua opinião não iria agradar a todos no paddock.

Também Valtteri Bottas foi peremptório em seu apoio ao projeto Andretti, afirmando que para ele “o esporte seria melhor se houvesse mais carros”, porque isso aumentaria o entretenimento e as chances para os jovens pilotos.

O veterano Fernando Alonso, que pilotou pela Andretti na Indy 500 de 2017, foi mais cauteloso dizendo que apoiaria a opinião da Aston Martin.

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