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Eurocopa: Análise às equipes dos Grupo A e B

Enquanto esperamos por junho, para o início do torneio europeu de futebol, damos uma olhada nas equipes classificadas, seu progresso e suas ambições.

E começamos em grande, com o grupo da anfitriã Alemanha, e ainda com o “grupo da morte” (B).

Grupo A

Grupo B

AlemanhaEspanha
EscóciaCroácia
HungriaItália
SuíçaAlbânia

Grupo A

Alemanha: muitas dúvidas

Por seus méritos na história do futebol, a Alemanha é sempre uma candidata ao título, e ainda mais jogando em casa, fato que lhe valeu vaga direta no torneio. Por esse motivo, não disputaram partidas oficiais de qualificação, mas apenas amistosos, que levantaram dúvidas sobre a forma e chances do time.

Tanto que custaram o emprego do técnico Hansi Flick, demitido após uma derrota embaraçosa por 4 a 1 para o Japão em setembro. Julian Nagelsmann assumiu então o cargo, mas não se viu grande melhoria, nem em termos de jogo, nem de resultados, nas partidas seguintes da equipe alemã.

No entanto, com um elenco repleto de nomes talentosos, que mistura juventude e experiência, e contando com o apoio da torcida, a Alemanha não pode ser descartada para brigar pelo título.

Resultados dos jogos amistosos
Alemanha 1 - Japão 4
Alemanha 2 - França 1
EUA 1 - Alemanha 3
México 2 - Alemanha 2
Alemanha 2 - Turquia 3
Áustria 2 - Alemanha 0

Escócia: determinação e luta

A Escócia se classificou como vice-campeã de seu grupo, atrás da Espanha, confiando em seu espírito de luta, jogo direto e determinação defensiva para minimizar seus pontos fracos.

Sua campanha de classificação não foi fácil, mas o time de Steve Clarke demonstrou ser uma equipe coesa com um estilo de jogo prático, mais do que vistoso, que funcionou nos momentos críticos. Eles venceram a Geórgia e a Noruega nos duelos-chave da fase de grupos, com Scott McTominay brilhando.

Despretensiosa e discreta, a Escócia espera surpreender em seu quarto torneio continental.

Estatísticas das eliminatórias
Vitórias: 5Empates: 2Derrotas: 1
Gols marcados: 17Gols sofridos: 8Artilheiro: Scott McTominay (7)

Hungria: uma surpresa recorrente

A Hungria foi a surpresa das eliminatórias, superando todos os adversários para liderar o grupo, com a igualdade como característica dominante e o astro Dominik Szoboszlai como fator diferencial.

Com uma equipe meio desconhecida do público, mas claramente em ascensão, a Hungria espera manter o ritmo em sua terceira Eurocopa consecutiva. Lembramos que em 2016, venceram seu grupo na fase final, à frente de Portugal, que acabou sendo campeão.

Sem pressão e com o que mostrou nas eliminatórias, a equipe de Marco Rossi pode ser a sensação do torneio mais uma vez.

Estatísticas das eliminatórias
Vitórias: 5Empates: 3Derrotas: 0
Gols marcados: 16Gols sofridos: 7Artilheiro: Dominik Szoboszlai e Barnabás Varga (4 cada)

Suíça: apostar na experiência

A classificação dos helvéticos veio com a ajuda da Romênia, que derrotou Israel. Um fato que reflete seus problemas e sua incapacidade de vencer confrontos diretos, empatando mais jogos (5) do que venceu (4).

No entanto, seria errado subestimar a equipe de Yakin. Basta olhar para a edição de 2021, quando eles eliminaram a toda-poderosa França nas oitavas de final, caindo depois frente à Espanha.

Os suíços contam com um elenco experiente com jogadores de elite como Sommer, Akanji, Xhaka e Shaquiri para melhorar seu desempenho no torneio continental.

Estatísticas das eliminatórias
Vitórias: 4Empates: 5Derrotas: 1
Gols marcados: 22Gols sofridos:11Artilheiro: Zeki Amdouni (6)

Futebol

Grupo B

Espanha: futuro e presente

As eliminatórias começaram com uma derrota em Edimburgo, que preocupou os fãs. Mas a equipe de Luis de la Fuente dissipou rapidamente todas as dúvidas com sete vitórias sucessivas depois e o primeiro lugar no grupo.

O sucesso de La Roja nas eliminatórias se baseou na força do conjunto. É verdade que jogadores regulares, como Morata, Rodri e Ferrán Torres, estiveram em ação, mas o técnico também incorporou novos jogadores no time, estreando no total 13 atletas sob seu comando, com destaque para Lamine Yamal, Joselu e Le Normand.

A Espanha conseguiu se renovar e montar uma equipe que, apesar da juventude, é uma das favoritas para vencer a Eurocopa. Não será fácil, mas também não o foi para a geração de ouro da Espanha, a primeira na história a manter o título, com vitórias consecutivas nas Eurocopas de 2008 e 2012.

Estatísticas das eliminatórias
Vitórias: 7Empates: 0Derrotas: 1
Gols marcados: 25Gols sofridos: 5Artilheiro: Álvaro Morata e Joselu (4 cada)

Croácia: a última chance de Modric

A seleção dos Bálcãs não conseguiu o primeiro lugar, após perder os confrontos com a Turquia, mas evitou males piores com uma vitória apertada sobre a Armênia na última rodada.

Esta Eurocopa será o último torneio internacional de Luka Modric e sua aposentadoria simboliza o fim da melhor geração dos axadrezados, com seis participações consecutivas em Eurocopas e o vice-campeonato na Copa do Mundo de 2018.

Assim como fizeram no mundial no Catar, quando eliminaram o Brasil, os croatas prometem ser uma força a ter em conta nos gramados alemães.

Estatísticas das eliminatórias
Vitórias: 5Empates: 1Derrotas: 2
Gols marcados: 13Gols sofridos: 4Artilheiro: Andrej Kramaric (4)

Itália: sofrimento de campeão

A Itália sofreu até o último minuto da partida final das eliminatórias, com a polêmica sobre um possível pênalti não assinalado. Estranho se lembrarmos que estamos falando dos atuais campeões do torneio.

Mas, a Squadra Azzurra está passando por um período difícil, refletido em sua ausência de duas Copas do Mundo consecutivas (2018 e 2022), pela primeira vez em sua história.

Entre essas duas decepções, e em uma demonstração de orgulho superação, os italianos conquistaram um título tão inesperado quanto esperançoso, mas isso não trouxe a estabilidade desejada. Tanto que, durante as eliminatórias, o técnico Roberto Mancini saiu para treinar a seleção da Arábia Saudita.

Ele foi substituído por Luciano Spalletti, campeão da Série A 2022-23 ao comando do Napoli, mas os problemas continuaram. A Itália perdeu as duas partidas contra a Inglaterra e teve dificuldades para evitar o mesmo destino contra a Macedônia (1 a 1) e a Ucrânia (0 a 0).

Apoiados em momentos individuais de brilhantismo, especialmente de Frattesi e Chiesa, mais do que por um bom jogo de equipe, os campeões lá conseguiram alcançaram a fase final, mas terão de melhorar muito se quiserem lutar pela defesa do título.

Estatísticas das eliminatórias
Vitórias: 4Empates: 2Derrotas: 2
Gols marcados: 16Gols sofridos: 9Artilheiro: Davide Frattesi (3)

Albânia: segunda participação da história

Candidata a surpresa das eliminatórias, a equipe de Sylvinho ficou em primeiro lugar no grupo, à frente da favorita Polônia, e chega na fase final da Eurocopa pela segunda vez em sua história, onde, em 2016, não conseguiu passar da fase de grupos.

Assente em um bloco defensivo eficaz, que sofreu apenas quatro gols em oito jogos, e com a força de um elenco sem grandes nomes, mas com jogadores experientes nas grandes ligas europeias, como Hysaj, Asllani e Keidi Baré, a equipe albanesa pretende continuar seu bom desempenho na Alemanha.

Estatísticas das eliminatórias
Vitórias: 4Empates: 3Derrotas: 1
Gols marcados: 12Gols sofridos: 4Artilheiro: Jasir Asani e Nedim Bajrami (3 cada)

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