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Fernando Diniz (Brasil)
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Eliminatórias da Conmebol: atacar é a ordem

Uruguai e Brasil realizam em Montevidéu um jogo que promete ser dos mais movimentados.

Entre as seleções da Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) que todos esperam ver na próxima Copa do Mundo estão o Uruguai e o Brasil. Nada mais precisa ser dito para explicar o porquê de o encontro de amanhã entre essas duas equipes ser um dos principais da penúltima Data FIFA de 2023.

O quê:Uruguai x Brasil
Onde:Centenario, Montevidéu
Quando:terça, 17 de outubro, às 21h (horário de Brasília)
Como assistir:Globo | sportv
Cotações:Uruguai = 4,20 | empate = 3,40 | Brasil = 1,90

Como chega a celeste

Em setembro, o Uruguai derrotou o Chile em casa e perdeu para o Equador fora; quatro dias atrás, empatou com a Colômbia fora. Por ter saldo de gols superior a Chile e Venezuela, a celeste está em quarto lugar nestas eliminatórias.

O último gol do 2 x 2 com os cafeteros foi marcada pelo atacante Darwin Núñez (Liverpool) em cobrança de pênalti nos acréscimos. Isso evidencia a sua importância para uma seleção que já não tem Luis Suárez e Edinson Cavani.

Em relação aos escolhidos pelo técnico argentino Marcelo Bielsa para compor o meio de campo, o que mais chama a atenção para os que acompanham o futebol brasileiro é a não titularidade do meia Giorgian de Arrascaeta (Flamengo).

A questão é que, para colocá-lo, Bielsa provavelmente precisaria tirar ou Federico Valverde (Real Madrid) ou Nicolás de la Cruz (River Plate). O primeiro é o craque do time, e o segundo já marcou dois gols nestas eliminatórias.

Na baliza o titular vinha sendo Sergio Rochet (Internacional), que por questões de saúde cedeu lugar a Santiago Mele (Junior de Barranquilla) na quinta-feira passada. Rochet se recuperou, mas seu retorno não é garantido.

Joaquín Piquerez (Palmeiras) foi o titular da lateral esquerda na terceira rodada, mas pode ser que o vejamos entre os suplentes na recepção aos brasileiros. O motivo é que Matías Viña (Sassuolo) já está disponível após cumprir suspensão.

Como chega a canarinho

O Brasil venceu seus dois primeiros jogos no torneio: 5 x 1 sobre a Bolívia em Belém e 1 x 0 sobre o Peru em Lima. Na terceira rodada viu-se um quase impensável 1 x 1 com a Venezuela em Cuiabá. Agora os homens do interino Fernando Diniz estão em segundo lugar na classificação.

Em relação àquele que poderia ser considerado o onze ideal para o novo comandante, uma grande baixa tem sido Renan Lodi (Marselha). O lateral-esquerdo precisou ser desconvocado por lesão, e Guilherme Arana (Atlético-MG) ocupou sua vaga no último 12 de outubro.

Durante a recepção à vinotinto, lesionaram-se Danilo (Juventus) e Casemiro (Manchester United). O lateral-direito é desfalque certo contra a celeste, e seu lugar provavelmente será outra vez ocupado por Yan Couto (Girona); o volante pode ou não jogar, e tem em André (Fluminense) seu possível substituto.

Podemos supor que Éder Militão (Real Madrid) seria um dos titulares da zaga se não estivesse lesionado desde agosto. Quem tem formado dupla com Marquinhos (Paris Saint-Germain) é Gabriel Magalhães (Arsenal), justamente o autor do gol canarinho na partida da semana passada.

Nesse mesmo dia viu-se o retorno do ponta Vini Jr. (Real Madrid), que por lesão ficou fora dos dois compromissos de setembro. Embora a atuação do camisa 7 (tanto da verde e amarela quanto dos blancos) não tenha sido considerada boa, não há quem imagine um onze inicial sem ele.

Diferente é o caso do centroavante Richarlison (Tottenham), que vem sendo questionado desde o fim da última Copa do Mundo e ainda não marcou pela seleção em 2023. Por esse motivo não será surpresa se, no Centenario, Gabriel Jesus (Arsenal) for o titular em vez do «pombo».

O trio de ataque se completa com o ponta Rodrygo (Real Madrid), que marcou duas vezes nestas eliminatórias. Quanto a Neymar (Al-Hilal), que tem dois gols e três assistências, seu papel é o mesmo dos tempos em que o treinador era Tite: um «camisa 10» que não se restringe ao centro do campo.

O que se espera do jogo

Há inegáveis semelhanças entre Marcelo Bielsa e Fernando Diniz. Em primeiro lugar, porque ambos são enaltecidos por buscarem praticar um futebol ofensivo.

Não é de admirar que o ataque mais produtivo destas eliminatórias seja o do Brasil (sete gols) e que o segundo mais produtivo seja o do Uruguai (seis gols).

Ao mesmo tempo, ambos os treinadores tendem a ser vistos com desconfiança pelos que os consideram um tanto negligentes do ponto de vista defensivo.

Também isso se nota pelas estatísticas. A celeste já sofreu cinco gols, e a canarinho sofreu dois mesmo sem ter enfrentado qualquer seleção de alto nível.

É provável que a tensão seja maior do lado visitante. Vencer o Uruguai fora de casa seria a única maneira de compensar um empate com a Venezuela em casa.

DEMAIS JOGOS DA 4.ª RODADA

terça, 17 de outubro
. 18h00 – Venezuela x Chile
. 19h30 – Paraguai x Bolívia
. 20h30 – Equador x Colômbia
. 23h00 – Peru x Argentina

As cotações aqui apresentadas estão sujeitas a flutuações.

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