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Sergio Rochet (Uruguai)
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Eliminatórias da Conmebol: a Celeste pode chegar ao topo

Após superar o seu maior desafio no torneio, o Uruguai disputa uma partida em que a vitória é mais que um dever.

Quinta-feira passada o Uruguai derrotou fora de casa a Argentina, que é a líder das Eliminatórias da Conmebol. Nesta terça é a vez de receber a Bolívia, que está fora da zona de classificação à Copa do Mundo de 2026.

A distância entre charrúas e tiuanacos no ranking da FIFA é tão grande quanto seria de esperar: uns estão em 15.º lugar, os outros em 85.º. esta partida em Montevidéu é daquelas em que as cotações falam por si.

O quê:Uruguai x Bolívia
Onde:Centenario, Montevidéu
Quando:terça, 21 de novembro, às 20h30 (Brasília)
Como assistir:sportv3
Cotações:Uruguai = 1,083 | empate = 10,00 | Bolívia = 21,00

Como chegam os charrúas

Com a vitória por 2 x 0 sobre a Argentina na Bombonera, o Uruguai terminou a quinta rodada das Eliminatórias da Conmebol com 10 pontos (67% de aproveitamento).

Na classificação os charrúas encontram-se a dois pontos da albiceleste, e agora a distância para o sexto colocado (a última vaga direta ao Mundial 2026) é de cinco pontos.

Se lembrarmos ainda que Brasil e Argentina se enfrentam amanhã no Rio de Janeiro, a seleção comandada por Marcelo Bielsa é boa candidata a terminar 2023 na liderança.

Entre os seus destaques individuais encontramos o zagueiro/lateral-direito Ronald Araújo (Barcelona), os meio-campistas Manuel Ugarte (Paris Saint-Germain), Federico Valverde (Real Madrid) e Nicolás de la Cruz (River Plate) e o atacante Darwin Núñez (Liverpool).

Nessa mais recente lista de convocados houve espaço para seis jogadores que atuam no futebol braslieiro. Apenas o goleiro Sergio Rochet (Internacional) é considerado titular, mas o atacante Agustín Canobbio (Athletico) pelo menos entrou no fim da mais recente partida.

O atacante Luis Suárez (Grêmio), que não integrava uma convocação do Uruguai desde Catar 2022, foi suplente não utilizado. Mas, por tudo o que tem feito na Série A (quatorze gols e dez assistências), este jogador de 36 anos ainda pode ser muito útil à celeste.

Como chegam os tiauanacos

Após quatro derrotas em quatro rodadas (entre setembro e outubro), a Federación Boliviana de Fútbol anunciou a demissão do treinador argentino Gustavo Costas. Seu sucessor é o brasileiro Antônio Carlos Zago, conhecido no país por ter comandado o Bolívar entre 2021 e 2022.

O ex-zagueiro estreou com vitória por 2 x 0 sobre o Peru em La Paz, resultado este que deixou a seleção a dois pontos do sétimo lugar (posição que leva à repescagem intercontinental). Tendo perdido as quatro partidas anteriores, os tiauanacos sofreram onze gols.

Também no aspecto ofensivo reside um grande desafio de Zago: encontrar um substituto para Marcelo Martins Moreno. O maior artilheiro histórico da seleção (31 gols) anunciou há apenas alguns dias que nesta Data FIFA realizaria suas últimas partidas com a camisa verde.

Marcelo, que defende os equatorianos do Independiente de Valle, é um dos oito jogadores do grupo atual que não atua na Bolívia. E um deles atua no Brasil: o meia de 19 anos Miguelito, do Santos, que na última quinta-feira fez sua primeira partida pela seleção principal.

O clube com mais representantes na mais recente convocatória foi o Bolívar, pelo qual jogam atletas como o goleiro Carlos Lampe (que foi reserva na recepção aos peruanos), o zagueiro José Sagredo e os meio-campistas Leonel Justiniano e Ramiro Vaca. 

Oo que se espera do jogo

Em La Paz (cuja altitude supera os 3.500 metros), a Bolívia costuma apresentar volume de jogo satisfatório; fora de casa, os tiauanacos tendem a criar poucas oportunidades (foram quatro finalizações contra o Brasil em Belém e seis contra o Paraguai em Assunção).

Com onze gols sofridos (2,20 por jogo), a sua defesa é a mais vazada da competição. Isso provavelmente não mudará após a partida de amanhã em Montevidéu: o Uruguai tem o ataque mais produtivo destas Eliminatórias da Conmebol, com dez gols marcados (2,00 por jogo).

Em casa os charrúas derrotaram o Chile e o Brasil, ambos por dois gols de diferença. Será estranho se uma seleção que marcou duas vezes fora de casa contra a Argentina —que até então não havia sido vazada— não marcar pelo menos três contra o nono colocado das eliminatórias.

O mais forte motivo para adotar cautela em relação à provável margem de vitória dos anfitriões diz respeito à presença de um técnico novo do lado visitante. Apesar de todas as suas limitações, esta já é uma Bolívia diferente daquela que perdeu para o Brasil por 5 x 1 e para a Argentina por 3 x 0.

Demais jogos da 6.ª rodada

terça, 21 de novembro
. 20h00 – Paraguai x Colômbia
. 20h30 – Equador x Chile
. 21h30 – Brasil x Argentina
. 23h00 – Peru x Venezuela

As cotações aqui apresentadas estão sujeitas a flutuações.

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