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Copa América: O melhor XI da história

Possuindo mais de um século de história, a Copa América já foi palco de ação de alguns dos maiores craques do futebol mundial. Estes são alguns dos atletas que mais se destacaram na disputa desse torneio

Goleiro: Claudio Bravo (Chile)

O Chile é responsável por múltiplas frustrações de Lionel Messi no futebol de seleções, vencendo a Copa América em anos consecutivos (2015 e 2016).

Nas duas decisões o Chile só chegou a conquista após as penalidades máximas e de uma maneira geral, Bravo cedeu apenas um gol em seis duelos eliminatórios.

Bravo não conseguiu chegar perto do recorde de seu compatriota em aparições na competição, pertencente a Sergio Livingstone com 34, mas o igualou em termos de título, ambos com duas conquistas.

Tanto em 2015 quanto em 2016, o goleiro chileno foi eleito o melhor arqueiro da competição.

Lateral direito: Djalma Santos (Brasil)

Embora tenha participado desta competição em uma época na qual o Brasil não conseguiu chegar ao título, Djalma foi eleito para a Seleção da Copa América de 1957.

O lateral histórico que somou mais de mil jogos entre Portuguesa e Palmeiras, atuou em mais partidas do Brasil na Copa América do que qualquer outro jogador de linha que não seja Zizinho.

Embora nunca tenha se sagrado campeão da competição, os 23 jogos de Djalma Santos na Copa América só ficam atrás de Cláudio Taffarel e Zizinho entre representantes do Brasil.

Zagueiro: Elías Figueroa (Chile)

Figueroa pode não ter conseguido guiar sua seleção a uma conquista da Copa América como grandes nomes de outras gerações, mas seu desempenho o deixa como único representante fora do Brasil e Argentina na seleção da Conmebol do Século XX.

De 1966 a 1982, o zagueiro chileno totalizou 47 participações por sua seleção. Figueroa passou a maior parte da sua carreira por clubes defendendo a camisa do Internacional, time pelo qual atuou de 1971 a 1976.

Zagueiro: José Nasazzi (Uruguai)

Duas vezes eleito o melhor jogador deste torneio, Nasazzi é um dos grandes nomes da história da Seleção Uruguaia, tetracampeão desta competição.

Além de seu desempenho na Copa América, Nasazzi também conduziu sua seleção a grandes conquistas na Copa do Mundo e nos Jogos Olímpicos.

Lateral esquerdo: Luis Capurro (Equador)

Atuando pela Seleção Equatoriana em um período que ultrapassou duas décadas, Capurro não pode ter participado de uma Copa do Mundo, mas foi o atleta de seu país com maior número de aparições na Copa América.

Capurro esteve presente em seis edições diferentes da Copa América, totalizando 22 jogos no torneio.

Meio-campo: Carlos Valderrama (Colômbia)

Aquele meia clássico conhecido por sua capacidade técnica, um dos maiores jogadores da Seleção Colombiana, Valderrama representa seu país nessa lista.

Valderrama foi eleito o melhor jogador da Copa América em 1987, levando a Colômbia até o terceiro lugar, eliminada pelo Chile na semifinal.

Meio-campo: Didi (Brasil)

Outro grande nome brasileiro que não chegou a levantar o caneco da Copa América, mas não deixou de ser impactante. Apenas Zizinho, Jair e Ademir de Menezes marcaram mais gols do que os 11 de Didi em 17 aparições na Copa América.

Didi é um de seis representantes da Seleção Brasileira na Seleção do Século XX da Conmebol, marcando presença ao lado de Carlos Alberto Torres, Nílton Santos, Rivelino, Garrincha e Pelé.

Meio-campo: Enzo Francescoli (Uruguai)

Atleta que construiu boa parte de sua carreira em duas passagens pelo River Plate, Francescoli é o último jogador a ser eleito o melhor da Copa América em duas edições, realizando esse feito em 1983 e 1995;

O meia uruguaio conquistou a Copa América três vezes, além desses dois anos em que foi o melhor jogador, também chegando ao título em 1987.

Atacante: Lionel Messi (Argentina)

Finalista em três edições deste torneio, Messi finalmente chegou ao título em 2021 comandando a Argentina em um triunfo diante da Seleção Brasileira na decisão.

Tendo balançado as redes 13 vezes e com presença garantida na edição de 2024, Messi pode se aproximar dos dois maiores artilheiros da competição, Zizinho e Norberto Méndez, ambos com 17 gols.

Atacante: Pelé (Brasil)

O Rei do Futebol pode não trazer um histórico de várias participações nesta competição, mas na única edição em que atuou nesse torneio, Pelé brilhou.

O camisa 10 da Seleção Brasileira foi artilheiro e melhor jogador do torneio em 1959, marcando oito gols. Apesar desses números, Pelé não pôde levar o Brasil ao título numa competição decidida em pontos corridos.

Atacante: Gabriel Batitusta (Argentina)

Batistuta marcou 16 gols ao longo de sua carreira em partidas válidas pela Copa América e foi absolutamente decisivo em múltiplos títulos da Argentina na década de 90.

A conquista em 1991 derrotando o México na final por 2-1 veio com dois gols de Batistuta. Em 1993 a Seleção Argentina precisava derrotar a Colômbia na fase final para levar o troféu e assim o fez com triunfo por 2-1, Batistuta e Diego Simeone marcaram os gols da Albiceleste naquela ocasião.

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