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Copa América: cinco surpresas marcantes na história do torneio

Com a competição da Copa América se aproximando rapidamente, relembre cinco resultados chocantes da ilustre história do torneio.

Uma competição centenária como a Copa América, evidentemente carrega consigo muitas histórias emocionantes, assim como acontecimentos surpreendentes. Confira a seguir cinco edições nas quais houve algumas das mais notáveis surpresas do torneio.

Bolívia levanta o troféu em casa em 1963

Quando a Bolívia sediou o Campeonato Sul-Americano pela primeira vez em 1963, não estava entre os favoritos antes do torneio começar. Entre os concorrentes estavam o Brasil, que havia vencido as Copas do Mundo consecutivas em 1958 e 1962, e a Argentina, campeã de três das cinco edições anteriores.

O empate de 4 a 4 da Bolívia com o Equador na partida de abertura baixou ainda mais as expectativas. No entanto, a Bolívia venceu os cinco jogos restantes, liderou o grupo e conquistou o torneio. Destaques incluíram um gol aos 88 minutos na vitória de 3 a 2 sobre a Argentina e um emocionante jogo de nove gols contra o Brasil para concluir o torneio, vencendo por 5 a 4, confirmando seu status de campeão. 

A edição de 1963 continua sendo a primeira e única vez que a Bolívia venceu essa competição, progredindo além da fase de grupos, em apenas três ocasiões desde então.

Um torneio de surpresas em 2001

Toda a Copa América de 2001 foi praticamente impossível de prever. Após a confirmação controversa de que o torneio seria realizado com apenas sete dias de antecedência, houve uma série de resultados inesperados naquela edição.

Na fase de grupos, Costa Rica e Honduras – nenhuma das quais estava entre as 45 melhores no ranking da FIFA durante aquele período – surpreendentemente ocuparam as duas primeiras posições no Grupo C, e Honduras também chocou o Brasil com uma vitória de 2 a 0 nas quartas de final.

Em outras chaves, o México despachou tanto o Chile quanto o Uruguai para garantir que a final tivesse uma equipe não pertencente à CONMEBOL pela segunda vez na história. Na final, eles enfrentaram os anfitriões, a Colômbia, que triunfou por 1 a 0 para conquistar sua primeira Copa América, de forma impressionante, sem sofrer um único gol durante todo o torneio.

Surpresas nas quartas de final de 2011

Todas as quartas de final da Copa América de 2011 foram vencidas pelos azarões. Como de costume, Brasil e Argentina se apresentavam como os grandes favoritos, com Chile e Colômbia também sendo considerados fortes candidatos, mas nenhuma dessas quatro equipes conseguiu avançar para as semifinais.

O Paraguai segurou o Brasil em um empate sem gols antes de vencê-los nos pênaltis, e o Uruguai repetiu o feito ao derrotar a Argentina por 5 a 4 nas penalidades. O Peru venceu a Colômbia por 2 a 0 com dois gols no final da prorrogação, e Gabriel Cichero, da Venezuela, marcou o gol da vitória aos 80 minutos para eliminar o Chile.

Apesar de sua imensa grandeza no cenário sul-americano, a Seleção do Uruguai surpreendeu ao ter levantado o troféu daquele ano, um choque espantoso, considerando que a equipe estava fora do top 20 do ranking da FIFA apenas três anos antes.

O bi-campeonato do Chile em 2015 e 2016

Na Copa América de 2015, jogada em casa pelos chilenos, a equipe da casa teve um excelente retrospecto, superando adversários formidáveis como Equador, México, Uruguai e a Argentina na grande final. Neste confronto contra a Albiceleste, o Chile saiu vitorioso após vencer por 4 a 1 nos pênaltis. Assim, 'La Roja' levantou seu primeiro troféu da Copa América CONMEBOL.

No ano seguinte, veio então o repeteco dos chilenos. Aquela, que era uma edição que visava comemorar o centenário da Copa América, também foi realizada nos Estados Unidos. Naquele ano, o Chile havia deixado de ser um ‘azarão’ e figurava como um dos postulantes ao título, mesmo que no mesmo campeonato houvesse o Brasil de Casemiro e a Argentina de Messi. 

Naquela edição a história se repetiu na grande final, quando o Chile venceu a Argentina na disputa de pênaltis, desta vez por 4 a 2 (inclusive com Messi perdendo um dos pênaltis). Dessa forma os chilenos conseguiram levantar seu segundo troféu de Copa América.

Eliminação do Brasil na fase de grupos em 2016

Quando o Brasil chegou à Copa América Centenário de 2016 com um elenco talentoso incluindo Phillipe Coutinho, Alisson e Casemiro, um grupo contendo Equador, Haiti e Peru parecia facilmente administrável. Contudo, houve desconfiança quando a Canarinho empatou por 0 a 0 contra o Equador na partida de abertura, mas responderam goleando o Haiti por 7 a 1.

Isso significava que um ponto contra o Peru seria suficiente para garantir uma vaga nas quartas de final, e havia pouco para sugerir que isso estaria fora de alcance. No entanto, seus planos foram frustrados quando o atacante peruano Raúl Ruidíaz marcou o único gol do jogo, dando a vitória aos peruanos.

O resultado permitiu que o Peru ultrapassasse o Brasil na classificação final, enquanto a vitória do Equador por 4 a 0 contra o Haiti significava que os quatro pontos do Brasil foram suficientes apenas para o terceiro lugar, ficando de fora das fases eliminatórias da Copa América pela primeira vez em 29 anos.

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