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Argentina e Brasil
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Copa América: A competição continental de seleções só teve três edições sem que o Brasil ou a Argentina tenham chegado nas semifinais.

A Copa América começou no ano de 1916 e este ano terá sua 48.ª edição, que vai decorrer nos Estados Unidos. Nas 47 edições anteriores só três delas não tiveram a presença do Brasil ou Argentina nas semifinais: 1939, 2001 e 2011.

Essa competição é a mais antiga competição continental de futebol que continuar sendo organizada atualmente, assim como é a terceira competição de seleções mais popular no mundo.

A competição tem sido dominada por três nações: Argentina, com 15 títulos, Uruguai, também com 15, e Brasil, com 9 títulos.

No cenário do futebol mundial, a Argentina e o Brasil são as seleções sul-americanas com maior sucesso, entre Copa América e Copa do Mundo. Assim, não é estranho que as duas, ou pelo menos uma delas, estejam constantemente nas semifinais da competição continental de seleções da CONMEBOL.

Porém, há três excepções, nos anos de 1939, 2001 e 2011, brasileiros e argentinos não chegaram nas semifinais da Copa América.

1939: Brasil e Argentina nem participaram

A 15.ª edição da Copa América decorreu no ano de 1939, na altura chamada de Campeonato Sul-Americano de Futebol, na cidade de Lima no Peru, entre 15 de janeiro e 12 de fevereiro.

Nessa edição participaram apenas cinco seleções: Chile, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai. As seleções jogaram em turno único e foi a anfitriã, Peru, que venceu o torneio, seu primeiro título de um total de dois.

O evento seria marcado pela ausência do Brasil e Argentina, que se deveu a uma relação complicada, na altura, entre a AFA – Federação Argentina de Futebol – e a CONMEBOL, o que levou a que os argentinos recusassem o convite para participarem no torneio continental, alegando que iria participar na Copa Roca.

O Brasil acabou também desistindo porque condicionou a sua presença com a presença da Argentina. A 15 de janeiro, Brasil e Argentina disputaram no São Januário a final da terceira edição da Copa Roca.

2001: Argentina volta a não participar e Brasil cai nas quartas

A edição de 2001 da Copa América decorreu na Colômbia entre 11 e 29 de julho. A seleção anfitriã acabou vencendo o torneio sem sofrer qualquer gol.

Originalmente iriam participar as 10 seleções da CONMEBOL e o México e Canadá (campeão da CONCACAF) foram os países convidados.

Porém, existiam na altura preocupações com a segurança do evento e a CONMEBOL chegou mesmo a cancelar o torneio no dia 1 de julho. A confederação acabou revertendo essa decisão cinco dias depois e o evento seguiu nas datas previstas.

Mas os problemas não terminaram aí. Após o cancelamento inicial do torneio o Canadá fez regressar seus jogadores aos seus times e, após a decisão de realizar o torneio a federação canadense comunicou que não poderia então participar. A Costa Rica (CONCACAF) foi convidada para o lugar do Canadá, aceitando e conseguindo mesmo chegar nas quartas de final.

Mas os problemas não terminaram aí. Com queixas de alegada falta de segurança, a Argentina acabou se retirando no dia anterior ao início do torneio. As Honduras (CONCACAF) foram convidadas com um dia de antecedência, chegaram com um elenco que era tangencialmente suficiente para o evento. Os hondurenhos se deram muito bem e terminaram no terceiro lugar.

O Brasil, campeão em título, ficou no Grupo B, com o México, Peru e Paraguai. Se qualificou para as quartas de final em primeiro lugar, com seis pontos, duas vitórias e uma derrota. Porém, seria surpreendido pelo time menos preparado para o torneio, as Honduras, perdendo por 2 a 0.

2011: Azar nos pênaltis

A Copa América de 2011 foi disputada na Argentina entre os dias 1 e 24 de julho. O Uruguai venceu o título, com o Brasil e a Argentina a serem eliminados nas quartas de final contra Paraguai e Uruguai, respectivamente, ambos após os pênaltis.

Entre as curiosidades da edição número 43 da Copa América, podemos destacar o fato de o Uruguai ter conquistado o seu 15.º título, ainda hoje um recorde, mas agora em igualdade com a Argentina, o seu primeiro desde 1995.

Também interessante foi o percurso do Paraguai, que chegou na final sem vencer qualquer jogo, somou cinco empates, avançando no mata-mata sempre na decisão por pênaltis.

O Paraguai foi mesmo o algoz do Brasil, que chegava como campeão, nas quartas de final. O jogo e a prorrogação terminarem em 0-0 e a decisão foi para os pênaltis. Aí, se viu algo de pouco comum. Os paraguaios venceram a decisão por 2-0, com os brasileiros a falharem os quatro pênaltis que cobraram.

A anfitriã Argentina terminou em segundo lugar do Grupo A, defrontando o Uruguai nas quartas de final. A partida terminou 1 a 1 no tempo regular e nada mudou na prorrogação. Nos pênaltis os uruguaios venceram de 5 a 4.

Para a edição de 2024, a Argentina tem uma cotação de 2,75 para vencer e o Brasil tem 3,25.

*As cotações citadas podem apresentar divergências, pois, ainda que corretas no momento da publicação do artigo, sofrem alterações em tempo real.

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