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Análise da temporada 2023 do ATP

Foi um ano emocionante no tênis masculino, onde vários jovens mostraram seu potencial e onde, mais uma vez, Novak Djokovic reinou supremo.

A temporada chegou ao fim com mais uma vitória do veterano sérvio, que venceu Jannik Sinner por sets diretos no ATP Finals. Mas lembramos os melhores momentos e destaques do ano.

Djokovic ainda é o homem a bater

Foi uma temporada de altos e baixos no ATP Tour, mas que terminou em um ponto familiar: Novak Djokovic levantando mais um troféu.

O sérvio derrotou o homem da casa, Jannik Sinner, por duplo 6-3, conquistando assim seu sétimo e recordista título recorde do ATP Finals.

O torneio encerrou um tremendo 2023, para o veterano que não só terminou com o maior número de títulos (sete), mas também como líder em pontos da temporada (9.945).

Além disso, Nole ganhou três dos quatro títulos de Grand Slam possíveis e foi vice-campeão no outro, tendo perdido um épico jogo de cinco sets contra Carlos Alcaraz na final de Wimbledon.

Seu título no Aberto dos Estados Unidos foi mais um recorde – se tornou o 1º tenista masculino a conseguir 24 títulos de Grand Slam, conquistando também conquistou títulos em Adelaide, Cincinnati e Paris.

Djokovic também desfrutará de uma 400ª semana recorde no topo da classificação da ATP e está cada vez mais difícil contestar as afirmações de que ele é o maior jogador masculino desse esporte.

Após seu triunfo sobre o jovem italiano, ele declarou: "Foi uma das melhores temporadas que já tive em minha vida, sem dúvida".

O número 1 mundial demonstrou excelente versatilidade no ATP Tour mais uma vez, após se tornar o primeiro homem a conquistar pelo menos três títulos importantes em cada uma das três superfícies, e não mostra sinais de querer abrandar ou parar.

Supõe-se que esta seja a era da próxima geração, mas Djokovic demonstrou mais uma vez que ainda é o homem a ser batido no ATP Tour.

Alcaraz demonstra um desenvolvimento sério

Seria errado falar sobre Alcaraz e seu potencial, pois o jovem de 20 anos já é um dos melhores jogadores do mundo. De fato, se não fosse pelo domínio de Djokovic, essa provavelmente teria sido a temporada do espanhol.

Com desempenhos decepcionantes no Aberto da China, no Masters de Xangai e no Masters de Paris, Alcaraz acabou perdendo a liderança do ranking, mas mesmo assim foi o número um do mundo por 36 semanas este ano.

Na temporada, Carlitos conquistou seu primeiro título em Wimbledon, derrotando nomes como Matteo Berrettini e Daniil Medvedev a caminho da final, antes de derrotar Djokovic pelas parciais de 1-6, 7-6, 7-1, 3-6 e 6-4 na quadra central.

Com isso, seu número de Grand Slams subiu para dois, após o triunfo no US Open de 2022, e a sensação é de que haverá mais em 2024.

No momento, Alcaraz tem 3,40 para vencer o Aberto da Austrália, 2,50 para vencer o Aberto da França, 2,50 para defender sua coroa de Wimbledon e 2,25 para conquistar seu segundo título no Aberto dos EUA.

Medvedev à beira da grandeza

Foi uma temporada turbulenta para Medvedev, mas promissora mesmo assim.

O jogador de 27 anos tem um título de Grand Slam em seu nome - o US Open de 2021 - mas há todas as chances de que esse número aumente significativamente nas próximas temporadas.

Em vários momentos deste ano, Medvedev esteve em alta no ATP Tour, mas faltou um passo mais. O russo chegou a nove finais de torneios - mais do que qualquer outro jogador - mas venceu apenas cinco.

Mesmo assim, seus títulos foram impressionantes e ele calou muitos críticos com sua corrida no início do ano, que o levou a conquistar o Aberto de Roterdã, o Aberto do Catar, o título do Dubai Tennis Championships e o Aberto de Miami em poucos meses.

Medvedev provou nesta temporada que, quando está em uma fase boa, pode ser imparável, e encontrar mais consistência ao longo do ano será fundamental para que ele desbloqueie seu verdadeiro potencial.

Campanhas promissoras de Sinner e Rublev

Vários jogadores tiveram campanhas fortes no ATP Tour, mas Sinner e Andrey Rublev - que também ficaram entre os cinco primeiros na classificação da temporada - merecem maior destaque.

A temporada não terminou como o italiano esperava, mas mesmo assim ele aproveitou a vantagem de jogar em casa no ATP Finals, para registrar vitórias sobre Medvedev, Holger Rune, Stefanos Tsitsipas e até mesmo Djokovic na fase de grupos.

Sinner conquistou também quatro títulos em 2023 - dois dos quais foram em eventos ATP Masters 1000 - e será um tenista para ter em atenção no próximo ano.

Já Rublev conquistou três títulos - dois deles em eventos ATP Masters 1000 e o outro em um torneio ATP 250 -, mas também teve campanhas participações importantes, chegando às semifinais do Masters de Paris e do Aberto de Viena nas últimas etapas da temporada.

*As cotações citadas podem apresentar divergências, pois, ainda que corretas no momento da publicação do artigo, sofrem alterações em tempo real.

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