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Mostafa Mohamed (Egito)
  1. Futebol

Amistoso: duelo árabe em Abu Dhabi

Argélia e Egito, dois cabeças de chave da próxima Copa Africana das Nações, se encontram na capital dos Emirados Árabes Unidos.

Três dias atrás foram sorteados os grupos da Copa Africana de Nações 2023. Essa competição, que de fato será realizada entre janeiro e fevereiro de 2024 na Costa do Marfim, contará com 24 seleções divididas em grupos de quatro.

Dois dos seis cabeças de chave da CAN serão a Argélia e o Egito. Os primeiros integrarão o grupo D, assim como Burquina Fasso, Mauritânia e Angola; os segundos integrarão o grupo B, assim como Gana, Cabo Verde e Moçambique.

Essas duas seleções falharam em se classificar a Catar 2022, mas nem por isso deixaram de ser consideradas potências africanas. Logo, será de grande relevância o encontro entre ambas no estádio Hazza bin Zayed, em Abu Dhabi.

O quê:Egito x Argélia
Onde:Hazza bin Zayed, Abu Dhabi
Quando:segunda, 16 de outubro, às 13h (horário de Brasília)
Cotações:Egito = 2,75 | empate = 3,00 | Argélia = 2,37

Como chegam os faraós

Em março do ano passado, o Egito foi eliminado por Senegal nos play-offs de classificação à Copa do Mundo. Esse fracasso resultou na saída em comum acordo do treinador português Carlos Queiroz. Seu sucessor foi o egípcio Ehab Galal, que manteve-se no cargo por apenas três jogos (uma vitória e duas derrotas) antes de ser demitido.

Desde julho de 2022 quem comanda os faraós é outro português, Rui Vitória. Os vice-campeões da CAN 2019 realizaram campanha de razoável para boa nas Eliminatórias da CAN 2023. Num grupo em que também estavam Guiné, Malawi e Etiópia, perderam uma vez (para os etíopes, ainda quando o técnico era Galal) e venceram as outras cinco.

Afora esses compromissos, desde a saída de Queiroz a equipe jogou apenas amistosos. O grande resultado nesse período foi o 2 x 1 sobre a Bélgica, onze meses atrás, na Cidade do Kuwait. Três dias atrás, os comandados de Vitória enfrentaram a seleção de Zâmbia em Abu Dhabi (no mesmo estádio da partida de amanhã) e venceram por 1 x 0.

Quem marcou o gol desse último jogo foi o meio-campista Hamdi Fathy (Al-Wakrah), com assistência do também meio-campista Ahmed «Zizo» Sayed (Zamalek). Segue como o astro maior o atacante Mohamed Salah (Liverpool), e vale a pena estar atento também ao atacante Mostafa Mohamed (autor de cinco gols na atual Ligue 1 pelo Nantes).

Como chegam os fenecos

O franco-argelino Djamel Belmadi comanda a seleção dos fenecos desde 2018. Seu prestígio tornou-se grande após a conquista da Copa Africana de Nações 2019; ainda assim, é surpreendente que siga no comando mesmo após a queda na fase de grupos da CAN 2021 (disputada ano passado) e a não classificação ao Mundial 2022.

Pelo menos o caminho para a CAN 2023 pareceu tranquilo. Num grupo em que também estavam Tanzânia, Uganda e Níger, os argelinos venceram as cinco primeiras partidas. Consequentemente, antes de empatarem com os tanzanianos na rodada final a classificação para o torneio a ser realizado ano que vem já estava garantida.

Em relação aos atletas, notamos com alguma surpresa que o artilheiro dos verdes nas Eliminatórias da CAN foi um jogador que na maioria das partidas começou entre os suplentes: Mohamed el-Amine Amoura. Este atacante de 23 anos (que em agosto passado se transferiu do Lugano para o Union Saint-Gilloise) anotou três gols.

O craque é o atacante Riyad Mahrez (Al-Ahli), embora também mereça atenção o zagueiro/lateral-esquerdo Ramy Bensebaïni  (Borussia Dortmund). E ainda há Islam Slimani. O veterano atacante (35 anos), hoje no Coritiba, marcou uma vez na vitória por 5 x 1 sobre Cabo Verde três dias atrás e se distanciou como o artilheiro máximo da seleção (42 gols).

O que se espera do jogo

Nas Eliminatórias da CAN 2023, nenhuma dessas duas seleções norte-africanas marcou ou sofreu muitos gols em suas seis partidas. A Argélia chegou às redes adversárias nove vezes (média de 1,50) e foi vazada duas vezes (média de 0,33); o Egito anotou dez tentos (1,67) e sofreu três (0,50).

Os fenecos têm se saído melhor em 2023: empataram com a Tunísia em junho (1 x 1 em casa) e derrotaram Senegal em setembro (1 x 0 fora). Os faraós perderam para a Tunísia em setembro (3 x 1 em casa), e no resto do ano não enfrentaram nenhuma seleção de estatuto similar ao seu.

Parece bastante claro que neste momento é o Egito que mais precisa provar sua força. A impressão é que a equipe depende muito de Salah (mais do que a Argélia depende de Mahrez). E o fato de a maioria dos convocados por Rui Vitória atuar pela Liga do Nilo acaba reforçando tal estigma.

As cotações aqui apresentadas estão sujeitas a flutuações.

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