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A Locomotiva busca o tri Estadual

Vindo de doze vitórias seguidas, o Atlético Goianiense busca ratificar-se como o maior clube de Goiás hoje.

Tendo assumido o comando técnico do Atlético Goianiense no segundo turno da mais recente Série B, Jair Ventura conseguiu o improvável: encontrou uma equipe em posição intermediária na classificação e levou-a a terminar entre as quatro primeiras.

Desde então, os rubro-negros trouxeram reforços em abundância (dezoito ao todo). Quais são as perspectivas de os novos atletas, bem com os que permaneceram, levarem o dragão ao inédito tricampeonato goiano? É o que veremos a seguir.

Permanências e saídas

Entre os jogadores que terminaram 2023 a serviço do Atlético Goianiense e seguem no clube destacamos seis que a princípio manteriam o estatuto de titulares de que gozavam com o técnico Jair Ventura. Essa espinha-dorsal era formada pelo goleiro Ronaldo, o zagueiro Alix Vinícius, o lateral-direito Bruno Tubarão, o volante Baralhas, o meia Shaylon e o atacante Luiz Fernando.

Foram embora atletas importantes durante o segundo semestre do ano passado, como o lateral-esquerdo Lucas Esteves (hoje no Vitória) e o volante Matheus Sales (hoje no Ulsan HD). Mas a perda mais sentida, é claro, foi a do atacante Gustavo Coutinho, que por ter marcado quatorze gols na última Série B terminou como o artilheiro da competição. (Hoje ele defende o Sport.)

Chegadas

O reforço mais conhecido chegou justamente para ocupar a lacuna deixada por Coutinho. Falamos de Vagner Love, de 39 anos, que na mais recente Segunda Divisão marcou onze gols pelo Sport. No entanto, o «artilheiro do amor» terminou mal a temporada passada, tendo marcado apenas dois gols durante todo o segundo turno (o que ajuda a explicar o fracasso recifense em conquistar o acesso).

No que se refere aos reforços oriundos de algum clube que disputou a Primeira Divisão em 2023, citamos dois do Fluminense e dois do Internacional, Do tricolor carioca vieram o meia Danielzinho e o atacante colombiano Yoni González; do colorado porto-alegrense vieram o volante Gustavo Campanharo (emprestado até ao fim da temporada) e o atacante Gabriel Barros.

Reajustando o time-base

Durante a fase de grupo do Campeonato Goiano, confirmaram-se as expectativas em relação à manutenção de Ronaldo, Alix Vinícius, Bruno Tubarão, Shaylon e Luiz Fernando como titulares. No que se refere aos reforços, os que parecem ter sido os primeiros a se firmarem foram três atletas que ainda não mencionamos.

Falamos aqui do zagueiro Adriano Martins (Novorizontino), do lateral-esquerdo Guilherme Romão (CRB) e do volante Roni (emprestado pelo Corinthians). Em relação a este último a incógnita talvez seja um pouco maior, por se tratar de um atleta quase sempre substituído no segundo tempo dos jogos (talvez devido a cartões amarelos).

O craque e um jogador em ascensão

Em dezembro passado o jornal O Popular, de Goiânia, noticiou a saída de Shaylon, cujo contrato se encerrava; mas, em janeiro, o camisa 10 renovou por duas temporadas. Não estaríamos indo longe ao afirmar que a sua permanência foi a melhor notícia recente para o torcedor dragontino: em 2024, o meia de 26 anos já registra oito tentos e nove assistências em quinze partidas —média de 1,13 participação direta em gols por jogo—.

Outro que vem se destacando é um dos reforços: o atacante Emiliano Rodríguez (emprestado pelo Boston River). Tendo estreado em fevereiro, o uruguaio logo conquistou a titularidade e marcou gol nas duas partidas do Atlético Goianiense pela Copa do Brasil (ambas contra equipes da região Centro-Oeste): duas vezes no 3 x 1 sobre o União Rondonópolis, pela primeira fase, e uma vez no 3 x 1 sobre o Real Brasília, pela segunda fase.

O tricampeonato cada vez mais próximo

As quatro partidas do Atlético em janeiro davam indícios de que este seria um trimestre complicado: uma vitória, um empate e duas derrotas. Em compensação, em fevereiro a locomotiva deu início a uma sequência de doze triunfos. O mais recente desses foi um épico 3 x 2 de virada sobre o Goiânia pela ida das semifinais do Campeonato Goiano.

Tendo conquistado o Estadual tanto em 2022 quanto em 2023, até que ponto o dragão é o favorito em 2024? Hoje a resposta a essa pergunta parece óbvia, mas antes do início do campeonato a história era outra. Lembremos que ano passado o Goiás disputou a Série A do Campeonato Brasileiro, e o Vila Nova lutou pelo acesso na Série B.

Também não podemos nos esquecer de que, apesar dessa louvável sequência de vitórias seguidas, os rubro-negros seguem sem ter vencido os outros dois principais clubes de Goiás em 2024. Em 21 de janeiro, Jair Ventura e seus homens empataram por 0 x 0 com o esmeraldino em casa; uma semana depois, perderam por 2 x 1 para o colorado fora.

O Goiás caiu nas quartas de final, e o Vila Nova precisará reverter a vantagem do Aparecidense no jogo de volta das semifinais. (A ida terminou 2 x 0.) Olhando por esse lado, as perspectivas quanto a um inédito terceiro Campeonato Goiano seguido para o Atlético são das melhores; mas, como se sabe, no futebol nunca se vence de véspera.

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